Mostrando postagens com marcador mente. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mente. Mostrar todas as postagens

sábado, 5 de abril de 2014

Beautiful things

Every day I discover
more and more
beautiful things.
It’s enough to drive one mad.
I have such a desire
to do everything,
my head is bursting with it.







Eu, Álison

sábado, 28 de setembro de 2013

Mas você não acredita no além?



- "Além?... Eu acho que o além é para dentro. O além é para dentro das nossas mentes. A gente não consegue ir para fora. A gente consegue ir para dentro."





Eu, Álison

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Não passa de insanidade

A loucura já está na mente,
Apenas desperta a incompetente,
de forma indecente!
Talvez em mim, em muita gente…
Passa por mim ou por outrem,
como se não passa-se por ninguém.
Com razão se tolera, é uma fera
que nasce de muita espera
por algo que não se tem
e um dia já se teve…
E o que se têm na realidade,
Não passa de Insanidade…






Eu, Álison

domingo, 14 de julho de 2013

Quem sabe?

Não pode se culpar pelo que estava acontecendo na cabeça dele. 


Quem sabe o que ele pensava? Quem sabe o que se passava com ele?






Eu, Álison

domingo, 19 de maio de 2013

Esperando ser notado

Parte I

Um elogio disfarçado
Ele está lá, esperando ser notado
Um abraço apertado
Passa a quem foi abraçado
A ternura de um abraço dado
Caminho a seu lado
Guardo o retrato marcado
Com a importância do que é sagrado
De um momento que foi gravado
Um instante da sua vida que merece ser lembrado
Por algo que você fez, por um elogio disfarçado


Parte II

A mente é algo inesperado
Surpreende, conquista, te deixa admirado
Constrói um castelo blindado
Cria um poema a alguém um dia amado
A chuva não havia notado
O tempo parecia parado
A vida, um conto encantado





Eu, Álison

terça-feira, 23 de abril de 2013

Li quem me lia

- Saudade do quarto verde então?
- Eu não acredito. Tu leu minha mente? Que medo, guri. Eu, quando coloquei, pensei nessa frase. O.O Nossa
- Ah, é que tá na cara. Quer dizer, mais ou menos. Sei lá, é tipo...
- Hahaha
- Sei lá, não sei explicar.
- Sim, estou mesmo =)







Eu, Álison

sexta-feira, 29 de março de 2013

Ela construiu um mundo mágico

Porque o real 


Era trágico.




Eu, Álison

Se você acha

Que o tempo cura, resolve os problemas, diminui a dor, acalma a alma e apaga todos os sentimentos que atormentam sua mente, vou te dar um conselho:


Troque de relógio.




Eu, Álison

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Parei e fui pensar

Segunda-feira, 16 de Julho de 2012.
11:00 PM.

A ideia era fazer um café e voltar para o quarto, mas decidi sentar em uma cadeira na área da minha casa e parar para pensar. Apesar de ser inverno, havia uma brisa muito agradável que me convidava a permanecer ali. Pensar sobre as coisas é uma atividade transformadora e como eu precisava refletir, achei aquele ambiente propício.
Olhar perdido e distante. Eu não estava pensando em nada, apenas resolvi deixar que minha mente falasse comigo, que ela se mostrasse, e esperava que isso tirasse um pouco do peso em minha cabeça. Se me perguntassem o que aconteceu enquanto estava ali sentado não saberia dizer. Toda a minha atenção estava voltada para dentro. A cada gole de café minha consciência saía flutuando em meio ao vento, organizando a bagunça e tentando combater a confusão.
O tempo passou, os goles de café acabaram, mas eu continuei ali. Não interiorizava nenhuma sensação, apenas deixava que minha mente esvaziasse e se reordenasse, que ela voltasse no tempo e tentasse entender porque havia feito aquilo horas atrás.
Não precisei focar em um assunto, minha cabeça pensava por conta própria. Eu havia me desligado do mundo e pulado num poço de pensamentos. Prestava atenção somente no que minha mente dizia. E dizia muita coisa. A única manifestação exterior que me distraía era o vento. Ele me deixava mais disperso do que eu já estava, mas isso era bom. Minha consciência precisava de tempo.

Terça-feira, 17 de Julho de 2012.
00:00 AM

Me levanto da cadeira com a xícara vazia. O vento ainda estava lá. Minha mente havia dado mil voltas e agora parecia mais tranquila. Depois de uma hora pensando, me levantei e voltei para meu quarto. Parte da confusão havia sido expulsa e levada pelo vento. Parecia que a bagunça havia diminuído. Eu estava melhor. O que eu havia feito já não parecia tão grave. A notícia que havia lido já não parecia tão estarrecedora. Ainda não havia recebido meu perdão, mas minha consciência estava começando a me absolver de meu desprezível e medíocre ato de dúvida. De meu pecado narcisista.
Meu pedido foi aceito e fui perdoado quinta-feira, dia 19 de Julho, à tarde.
Hoje o que eu fiz é passado. Não quero precisar suplicar desculpas novamente por fazer algo tão patético.




Eu, Álison

domingo, 7 de outubro de 2012

Não há volta

Só se pode olhar para o futuro. Um futuro repleto de escuridão e solidão. Você acha fácil? Passar a vida toda com a sombra da morte atrás de você? O monstro atormenta sua mente dia e noite e você começa a se esquecer de quem realmente é.
Dá para sentir um buraco em seu coração.
Quando se vive com a eminência da morte, você passa a querer morrer.


Sempre me conte tudo. Você é especial para mim.




Eu, Álison

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Ela já não era

Ela não dizia que era uma pessoa com o coração partido. 
Ela era um coração com a mente partida. A pessoa ela já não era. Não mais...





Eu, Álison

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

É de dar medo

Todas as pessoas têm problemas. Uns mais, outros menos. Mas, infelizmente, existe um grupo, por sorte bastante reduzido, que passa por problemas inimagináveis, muito piores do que as pessoas normais passam. Não é a primeira vez que falo desse tipo de problema e considero um assunto seriíssimo.
Talvez muitos não saibam, mas existem pessoas que estão em um estado de sofrimento tão profundo, que acredito que somente quem está sentindo pode ter uma real noção do que é isso. Não é um sofrimento físico, mas um tipo mais complicado: o sofrimento mental. E quando me refiro a sofrimento não falo da tristeza que todos sentem ou da dor que todos passam. Nesses casos o sofrimento é inacreditável, absurdo, incomparável a qualquer coisa que você já sentiu. E uma saída que essas pessoas encontram para aliviar tamanho sofrimento, mesmo que por poucos instantes, é algo que me surpreende, a ponto de quase me assustar. É a chamada autoflagelação: causar dor física propositalmente.
Antes deixe-me apenas fazer uma pequena explicação: Nosso cérebro dá atenção ao mais importante, ou no caso de algum ferimento, ao mais grave. Se você, por exemplo, está com o braço machucado, e de repente começa a sentir uma dor de cabeça muito forte, como a enxaqueca, seu braço aparentemente vai doer menos, pois ser cérebro vai dar atenção à dor na cabeça, que é mais grave do que a dor no braço.
Continuando: Você, considerando-se uma pessoa mentalmente estável, em ocasião alguma gosta de sentir dor em alguma parte do corpo ou de se machucar, seja da forma como for. As pessoas que praticam autoflagelação também não, mas elas são pessoas com problemas mentais tão devastadores e tão traumáticos, que estão sofrendo tanto, mas tanto, MAS TANTO, que elas ferem seus próprios corpos a fim de que seu cérebro dê preferência ao machucado e preste menos atenção à dor que sentem dentro de suas cabeças. Eles preferem sofrer fisicamente a continuar sentindo o que está dentro de suas mentes. Agora pare e pense: imagine as proporções do sofrimento mental dessas pessoas a ponto delas preferirem ferir a si mesmas. Imagine o quão insuportável é conviver com suas próprias consciências. Lembre-se de algum momento de sua vida que você considera ter sofrido alguma dor que nunca mais gostaria de sentir. Agora pense que a angústia dessas pessoas as leva para um beco em que existe uma única saída, e ela é essa dor que você tanto deseja evitar. Elas deixam de raciocinar e pensam exclusivamente em fazer a dor parar, mesmo que para isso tenham que derramar algumas gotas de sangue. O sofrimento pela qual elas passam é atormentador.
O sofrimento dessas pessoas está fora de qualquer escala que você imagine. Você nunca (veja bem) NUNCA vai passar pelo que essas pessoas sentem, a não ser que você seja uma delas, o que eu sinceramente espero que nunca aconteça. É quase de se duvidar que nossa própria mente possa nos torturar tanto a ponto de chegarmos ao cúmulo de desejarmos sofrer, desejarmos sentir dor, para que possamos aliviar o desespero na nossa mente. Não consigo imaginar tortura mais cruel do que a que nós mesmos infligimos ao nosso próprio corpo.
Eu não tenho nenhum problema mental que me obrigue a fazer isso, até porque se tivesse não seria capaz de escrever esse texto, mas acho que tenho uma noção de quão horrível pode ser esse tipo de sofrimento, e como a maioria de nós não pode fazer nada para aliviar essa dor, acho que, no mínimo, devemos repensar nossas atitudes com relação a nossos problemas e a real importância que eles têm, pois nenhum deles pode ser tão grave quanto o das pessoas a quem me referi acima. 




Eu, Álison

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Ínfima porção

Eu desconfiava que ela escondia alguma coisa dentro de si. Eu sempre achei que ela disfarçava, com um olhar que me desafiava a desvendá-la. Mas ela não era qualquer um. Ela era especial. Uma mente presa no interior de um corpo, confinada dentro de algo que não podia contê-la. E o que ela não continha, sem querer, demonstrava. E nós chamávamos o que ela demonstrava de milagre, mas para ela era só uma porção, ínfima porção, de tudo o que havia no mundo em que ela vivia. Às vezes, nem mesmo ela se entendia.
Foi então que percebi que aquele olhar, a maneira como aqueles olhos viam através de mim, não era um desafio, mas uma súplica desesperada, um pedido de socorro. Talvez ela quisesse que eu a ajudasse a entender a si mesma e a entender porque as janelas de sua alma gritavam daquela forma, como se presas num calabouço ou perdidas num labirinto.





Eu, Álison

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Queria encontrar um jeito de dizer



Me sinto mal quando tenho coisas para falar a alguém, mas não falo. Mas se você não sabe como falar, você não tem escolha, a não ser continuar se sentindo mal.




Eu, Álison

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Falava sorrindo e escrevia chorando

Na minha mente há tudo o que há para haver, mas não vejo nada... Vivo em perpétua confusão. As virtudes que prezo são condenadas e as que abomino são ovacionadas por indivíduos que idealizam algo que não existe.
Não sei o que acontece no meu coração: Se pulsa, significa que estou vivo, mas que teria afogado em sangue quem vive dentro dele. Se estivesse vazio, quem amo estaria a salvo, mas eu estaria morto.
Sob meus pés, o vazio. Além das unhas pretas, um coração, cicatrizes e uma coroa. Também há cordas. Pretas.
Não há sombras nos olhos, mas por trás deles há o que habita nas sombras, o que é muito pior.
Acho que isso não tem cura. Bem... Há uma saída, mas é impensável.
Resta-me viver. Ou sobreviver. Desistir ou me esconder. Me render. Não sei bem.
É incerto, é inseguro, é inconstante. Estou aqui... Lembra?





Eu, Álison

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Esse é Newton

Será possível enxergarmos a importância do legado científico de Newton? Certamente não; pois é consenso geral que, das obras que são parte da história intelectual da humanidade, pouquíssimas deixaram uma marca tão profunda quanto a de Newton.

O gênio de Newton não conhecia fronteiras. Seu apetite pelo saber transcendia o estudo do que hoje chamamos de ciência. Talvez ele tenha devotado mais tempo aos seus estudos em Alquimia e Teologia, investigando detalhadamente questões que incluíam desde a transmutação dos elementos até a cronologia de episódios bíblicos e a natureza da Santíssima Trindade.
A história desse “rapaz pensador, sombrio e silencioso” começa no dia de Natal de 1642, no solar de Woolsthorpe, em Lincolnshire.
O fraco Isaac nasceu sem pai e estava prestes a perder também sua mãe. A partida da mãe deixou um vazio emocional que iria perseguir Newton pelo resto de sua vida. Sua frustração emocional ficaria para sempre trancafiada em seu interior, sua energia sobre-humana dedicada a uma furiosa e obsessiva devoção ao seu trabalho criativo.
Apesar de eu não ter a pretensão de compreender os segredos da mente de Newton, é certo que sua frustração e sua raiva irão influenciá-lo profundamente por toda a vida. Ele tornou-se um homem amargo e torturado, desconfiado de tudo e todos, sempre à beira de uma crise nervosa.
Quando Newton trabalhava num problema, o mundo à sua volta deixava de existir. Sua concentração era tamanha que até se esquecia de comer, beber ou dormir, apenas cedendo aos gritos de desespero de seu corpo com muita relutância. Ele apenas trabalhava. Enquanto a maioria dos cientistas consegue focar sua atenção num problema por apenas alguns instantes, Newton o fazia por horas ou até dias sem interrupção. Dotado de um incrível poder de concentração, uma intuição genial, uma devoção obsessiva e uma enorme habilidade matemática, ele tinha todos os ingredientes necessários para garantir seu sucesso como cientista; porém ele tinha ainda muito mais do que apenas os ingredientes necessários.
Ele era um individuo multidimensional, que tentou entender o mundo ao seu redor através de vários caminhos.
[...] Durante esses dois anos, o gênio de Newton explodiu com uma intensidade quase sobre-humana. Mas a originalidade e a enorme quantidade de ideias que brotaram de sua mente em tão curto período de tempo é realmente incrível. 

Trechos de "A Dança do Universo", de Marcelo Gleiser.




Eu, Álison

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Penso no silêncio

O silêncio dá a oportunidade de que você pense em muitas coisas, já que sua mente está mais calma e pode organizar-se com mais facilidade. Isso geralmente é bom, a não ser que você tenha medo do que pode pensar quando está em silêncio. 


 Ou que você tenha medo do que pode pensar a qualquer hora, quando está em qualquer lugar.






Eu, Álison

sábado, 8 de setembro de 2012

Torná-los reais

Se os desejos que eu tenho não podem ser realizados nesse mundo, vou ter que encontrar outro onde possa viver e torná-los verdade. Torná-los reais.







Eu, Álison