Todas as cabeças se curvam em reverência silenciosa. O chão está molhado de lágrimas da lembrança dolorosa. Inspirado em seus passos vamos marchar à frente. Não fique chocado das pessoas morrem. Fique surpreso, pois continua vivo.
Do you believe in God? Say yes to pull the trigger.
Lost in the darkness
Hoping for a sign
Instead there is only silence
Can't you hear my screams?
Never stop hoping
Need to know where you are
But one thing is for sure
You're always in my heart
Lost in the darkness
Try to find your way home
I want to embrace you
And never let you go
Almost hope you're in heaven
So no one can hurt your soul
Living in agony
'Cause I just do not know
Where you are
Wherever you are, I won't stop searching
Whatever it takes, I need to know
I'll find you somewhere
I'll keep on trying
Until my dying day
I just need to know
Whatever has happened
The truth will free my soul
Perdido na escuridão, esperando por um sinal. Ao invés disso só há silêncio. Você não pode ouvir meus gritos? Nunca perca a esperança. Preciso saber onde você está, mas uma coisa é certa. Você está sempre no meu coração.
Perdido na escuridão, tente encontrar seu caminho de casa. Eu quero te abraçar e nunca deixar você ir. Quase espero que você esteja no paraíso, assim ninguém pode ferir sua alma. Vivendo em agonia porque eu não sei onde você está.
Onde quer que você esteja, não vou parar de procurar. Seja o que for necessário, eu preciso saber.
Eu te encontrarei em algum lugar. Eu continuarei tentando até o dia da minha morte. Eu só preciso saber o que quer que tenha acontecido. A verdade libertará minha alma.
In this world you tried
Not leaving me alone behind
There's no other way
I prayed to the gods let him stay
The memories ease the pain inside, now I know why
Made me promise I'd try
To find my way back in this life
I hope there is a way
To give me a sign you're ok
Reminds me again it's worth it all, so I can go home
Together in all these memories
I see your smile
All the memories I hold dear
Darling, you know I will love you 'til the end of time
All of my memories keep you near
In silence moments imagine you be here
All of my memories keep you near
Your silent whispers, silent tears
All of my memories....
Neste mundo você tentou não me deixar para trás sozinha. Não há outro modo. Eu rezei aos deuses para deixarem ele ficar. As lembranças aliviam a dor por dentro, agora eu sei porque.
Me fez prometer que eu tentaria encontrar meu caminho de volta nesta vida. Eu espero que haja um modo de você me dar um sinal que você está bem. Me recordo novamente o valor disso tudo, então posso ir para casa.
Juntos em todas essas lembranças eu vejo seu sorriso. Todas as lembranças eu guardei tão bem. Meu bem, sabes que irei amá-lo até o fim dos tempos.
Todas as minhas lembranças mantém você próximo. Em momentos silenciosos imagino você aqui. Todas as minhas lembranças mantém você próximo. Seus sussurros silenciosos, lágrimas silenciosas.
Todas as minhas lembranças.
O rosto contra o peito de quem te abraça, as batidas do coração dela e as suas, o silêncio que sempre se faz durante esse envolvimento físico: nada há para se reivindicar ou agradecer, dentro de um abraço, voz nenhuma se faz necessária, está tudo dito.
E no silêncio de um abraço, o tempo para e os pensamentos se cruzam. Nenhuma palavra dita.
Pra você guardei o amor que nunca soube dar. O amor que tive e vi sem me deixar sentir sem conseguir provar. Sem entregar e repartir.
Pra você guardei o amor que sempre quis mostrar. O amor que vive em mim vem visitar. Sorrir, vem colorir solar. Vem esquentar e permitir.
Quem acolher o que ele tem e traz, quem entender o que ele diz no giz do gesto o jeito pronto do piscar dos cílios. Que o convite do silêncio exibe em cada olhar.
Guardei... Sem ter porquê. Nem por razão ou coisa outra qualquer. Além de não saber como fazer pra ter um jeito meu de me mostrar
Achei... Vendo em você e explicação nenhuma isso requer. Se o coração bater forte e arder no fogo o gelo vai queimar.
Pra você guardei o amor que aprendi vendo os meus pais. O amor que tive e recebi e hoje posso dar livre e feliz. Céu cheiro e ar na cor que arco-íris. Risca ao levitar.
Vou nascer de novo. Lápis, edifício, tevere, ponte. Desenhar no seu quadril meus lábios beijam signos feito sinos. Trilho a infância, terço o berço do seu lar.
Guardei... Sem ter porquê. Nem por razão ou coisa outra qualquer. Além de não saber como fazer pra ter um jeito meu de me mostrar
Achei... Vendo em você e explicação nenhuma isso requer. Se o coração bater forte e arder no fogo o gelo vai queimar
Pra você guardei o amor que nunca soube dar. O amor que tive e vi sem me deixar sentir sem conseguir provar. Sem entregar e repartir.
Quem acolher o que ele tem e traz, quem entender o que ele diz no giz do gesto o jeito pronto do piscar dos cílios. Que o convite do silêncio exibe em cada olhar.
Guardei... Sem ter porquê. Nem por razão ou coisa outra qualquer. Além de não saber como fazer pra ter um jeito meu de me mostrar
Achei... Vendo em você e explicação nenhuma isso requer. Se o coração bater forte e arder no fogo o gelo vai queimar.
Os escombros da minha alma ou que eu estava sob eles?
Os pedaços da eternidade ou os flocos do meu gênio?
Talvez os labirintos de vento.
Talvez os murmúrios do silêncio.
Pois, na solidão, o indivíduo mesquinho sente toda a sua mesquinhez, o grande espírito, toda a sua grandeza; numa palavra: cada um sente o que é. — Arthur Schopenhauer
Se Marco Feliciano, presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, pode ser misógino, então eu, um mero expectador dessa piada que é a política, vou colaborar um pouco mais para a disseminação do preconceito. Porque se as pessoas não acham errado o que ele faz, logicamente não vão protestar contra mim.
"Permaneçam as mulheres em silêncio nas igrejas; pois não lhes é permitido falar; antes permaneçam em submissão, como diz a lei. E, se quiserem aprender alguma coisa, interroguem em casa a seus próprios maridos; porque é vergonhoso uma mulher falar na igreja.
As janelas da alma - se é que tinha uma - eram demasiadamente medonhas para pertencerem a uma pessoa comum. Onde normalmente era encontrado um belo par de íris brilhantes, via-se como que duas esferas de vidro. Um olhar frio e macabro, diferente de tudo que já tinha visto.
De susto, o coração batia, descompassado e nervoso. O relógio, marcador ininterrupto do tempo, como se também estivesse com medo da criatura presente, parou, acabando com o único ruído que impedia que o silêncio caísse sobre meus ombros. Consigo trouxe uma sensação terrível. Aquele era o silêncio do medo. Apesar de permanecer imóvel na porta, seu rosto expressava uma parte ínfima de quanto sua mente poderia ser doentia. Nunca a presença de um estranho me perturbou tanto quanto neste momento, que parecia perpétuo devido ao que aqueles olhos me faziam sentir. Eles confrangiam meu íntimo e torciam-me de dores, apesar de não mover-me um centímetro sequer. Não tentei movimentar nem ao menos um dedo, pois minha angústia só aumentaria ao constatar o que já sabia: estava totalmente paralisado.
Dentre todos os seres humanos, o mais corajoso se renderia diante da imagem transtornada que tinha perante mim. Algo que não sei o que era. Um ente que poderia ser considerado ser, mas dificilmente, acreditava eu, um humano. Se soubesse o que ele iria fazer, não teria dúvida quanto a isso.
Desde que havia aberto a porta, observava com meus olhos aquela situação. Ele, parado, devido a sua estranha natureza. Eu, num pânico constante, mal respirava, fôlego frágil. O estranho que me olhava abrira a porta com as mãos limpas. A esquerda, mais gélida, pois tocara o metal da maçaneta. Como que hipnotizando-me, ele, num estante, aproximou-se de mim e eu, sem reação, estarrecido perante tal, não consegui mover-me. Senti sua mão fria no meu pescoço, mas não imaginei o que ele poderia fazer. O medo corria em minhas veias. Infelizmente, para mim, suas mãos não permaneceram limpas por muito tempo. Foram coloridas por um tétrico vermelho. O meu vermelho...
Sua vida evanescia por entre as lágrimas que umedeciam seu rosto pálido. Sua alma, em silêncio, gritava de desespero para que findassem sua existência, mas a vida insistia em torturar-lhe sem cessar, até que um dia, ela mesma não suportando sua presença insana em um mundo desprezível, extinguiu a si própria, atirando-se do alto de sua dor para cair eternamente nas trevas sem fim de seu tormento.
E o que sobrou foi o vermelho sangue de um espírito encarnado em um corpo cuja mente que o controla perpetua o desprezo pela razão de se manter vivo.
Se não há saída cabível, resta fazer o pior: Dar fim ao infindável. Alma dilacerada. A morte.
Olho em volta e observo que assim posso ver o que normalmente não vejo. Acho que esse é o melhor lugar para pensar no que vou te escrever. Faz tempo que não nos vemos e achei que já era hora de te mandar essa carta.
Apesar de viver sozinho, não me sinto solitário. Gosto do silêncio. Saí à noite porque sabia que a cidade estaria tranquila. Mesmo gostando desse silêncio, adoraria uma visita sua. Sei que está ocupado e que vive uma vida agitada, mas queria repetir, dentro do tempo disponível, os momentos em que nos reuníamos e conversávamos sobre tudo que vinha à nossas cabeças. As pessoas achariam estranho, não entenderiam nossa conversa, mas nós conhecíamos um ao outro e sabíamos o quão importante era a presença de cada um.
Você continua meu amigo, apesar a distância e do silêncio. Espero te ver em breve e espero que você acabe, mesmo que temporariamente, com esse silêncio que me acompanha sempre eu caminho sozinho pelas ruas da cidade, olho em volta e observo que...