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sábado, 25 de outubro de 2014

Pra quem?



"Dos fracos e oprimidos é o reino do céu. Dos aleijados e dos pobres de espírito é o reino do céu". 





Eu, Álison

sábado, 7 de junho de 2014

A única


 
"Foi a única pessoa que trouxe satisfação para meu espírito, 
e tão logo eu o encontrei eu o perdi de novo."







Eu, Álison

domingo, 19 de janeiro de 2014

Desespero

s. m. Angústia muito intensa; Estado de espírito que faz com que alguém acredite estar num momento sem saída; Sentimento de angústia ligado, geralmente, ao descontrole, à aflição ou sensação de perda; Condição excessiva de desânimo em que uma pessoa se sente sem capacidade para realizar alguma coisa; Sentimento, geralmente irreparável, de alguém que perdeu a esperança; Estado de espírito ou sofrimento daquele que passa por inúmeras dificuldades e aflições e não tem como superá-las ou acredita que não o possa fazer.







Eu, Álison

domingo, 15 de setembro de 2013

Agora é tarde demais

O mesmo ocorreu quando, mais tarde, eles encontraram outros velhos companheiros que haviam penetrado naquela zona de horror. A maioria deles havia perdido ou conquistado algo imponderável e indescritível. Haviam visto, ouvido ou sentido algo que não era para criaturas humanas e jamais poderiam esquecer. Deles jamais partiu um comentário, pois mesmo para o mais comum dos instintos mortais existem limites terríveis.


Aquele espírito misterioso que se insinuou por uma fenda da porta proibida e teve um rápido vislumbre das terríveis visões do vazio além.






Eu, Álison

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Em pedaços

Sua vida evanescia por entre as lágrimas que umedeciam seu rosto pálido. Sua alma, em silêncio, gritava de desespero para que findassem sua existência, mas a vida insistia em torturar-lhe sem cessar, até que um dia, ela mesma não suportando sua presença insana em um mundo desprezível, extinguiu a si própria, atirando-se do alto de sua dor para cair eternamente nas trevas sem fim de seu tormento.
E o que sobrou foi o vermelho sangue de um espírito encarnado em um corpo cuja mente que o controla perpetua o desprezo pela razão de se manter vivo.
Se não há saída cabível, resta fazer o pior: Dar fim ao infindável. Alma dilacerada. A morte.






Eu, Álison

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Sou religioso, mas não tenho religião

Como recentemente tenho feito muitas críticas ruins, vou escrever algo um pouco mais positivo agora. Em Lucas, capítulo 17, versículo 21, lê-se: "Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! Porque o reino de Deus está dentro de vós". Acho que essa parte da Bíblia se parece muito com o que diz o Budismo.
O Budismo não acredita que exista um deus porque o algo sagrado que existe e comanda nossas vidas está dentro de nós. Nós somos nosso próprio deus. Não precisamos que um deus nos guie, pois o que há dentro de nós é perfeitamente capaz de fazê-lo.

Vou tentar dar um exemplo: O oceano é feito de água. A chuva é feita de água, porém o oceano está na Terra, enquanto a chuva está nas nuvens, lá no céu. Bom, quando as gotas de chuva caem no oceano, elas se misturam com ele e tornam-se um só. Não existe mais o oceano e os pingos de chuva. Existe somente o que resultou da união entre eles. Agora a chuva que caiu é o oceano, já que não há mais como separá-la dele. Eles são um só.
Certo, quando sua alma está no seu corpo, ela é os pingos de chuva. Quando você morre, ela sai do corpo e se mistura com o oceano, que nesse caso é tudo o que existe, o universo da forma mais ampla possível. Da mesma forma que o pingo de chuva se transforma no oceano, você se transforma no todo, você passa a existir como algo incorpóreo, imaterial e intangível. Você está em todos os lugares ao mesmo tempo, você preenche o vazio, que nunca foi vazio, e passa a fazer parte do que os cristãos chamam de céu, e passa a existir no estado que os budistas chamam de Nirvana. Você se torna parte de Deus, parte de tudo. Algo que transcende até o infinito.

Buda disse que o que é sagrado está dentro de nós e que a iluminação só pode ser alcançada por mérito próprio. Ninguém pode se iluminar por você. Lucas citou o que disse Jesus sobre o Reino de Deus estar dentro de nós. Não acredito que isso seja coincidência.
Alguns podem dizer que isso é Panteísmo. Acho que talvez seja mesmo, mas é a melhor explicação que consegui formular para responder: "Onde está Deus?". Pois bem, Deus está dentro de você e dentro de mim, e quando você morrer vai poder dizer que faz parte de Deus. Se tiver coragem, vai poder dizer até que é Deus.





Eu, Álison

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

William Thomson

Era um estímulo para os alunos, esse azougado professor. Nunca se sabia o que esperar dele.
Como todos os homens de personalidade vigorosa, tinha os seus preconceitos. “Sempre desconfiei das palavras e obras do espírito humano”.
E assim, “Wullie Tamson” – como o chamavam seus amigos escoceses – tornou-se o primeiro Barão Kelvin. Mas “Wullie Tamson” continuou a ser o mesmo homem honesto, franco, enérgico e brincalhão.
Um dia seus amigos levaram-no a ouvir uma sinfonia de Beethoven. Ficou muito impressionado. “Pense-se que coisa complexa é o resultado de uma orquestra a tocar”.
“Os que vivem devagar criam seus próprios obstáculos”.
E agora ele se aproximava do fim do caminho. De hora em diante se limitaria a aprender. E então o mais sábio dos mestres, a Morte, veio buscar esse aluno em seu octogésimo terceiro ano e conduziu-o ao Grande Laboratório para o Último Experimento.







Eu, Álison

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Michael Faraday

“Quero ser simplesmente Michael Faraday até o fim”. Um jovem filósofo solitário que vivia acima das mesquinhas disputas de seus semelhantes.
O incidente lhe subministrara os dados para uma nova e interessante observação cientifica. O espírito humano – observou – é uma singular combinação de sublimidade e lama.
Esse, pois, o sacrifício de Faraday pela causa da ciência. E era um sacrifício alegremente suportado. Faraday não se considerava um mártir. Gostava da simplicidade de sua vida – com seus deleitosos trabalhos e extasiadas descobertas. Sempre que, no decorrer de uma experiência, encontrava a chave de uma nova verdade, ele pulava e gritava como uma criança. E nos momentos de lazer também brincava como uma criança. E assim o vemos passar saltitando pelo laboratório de sua vida – um menino observador, brincalhão e pensativo. Olhos cheios de alegria e coração cheio de riso.
“Aquele, meu amigo, era um grande homem!”.
“O esplendor do acaso” escreveu ele a um de seus amigos, “traz consigo mil pensamentos que me deliciam”. Até o fim da vida gostou de ver o dia envolver-se na crisálida da noite – para erguer-se nas asas de outro dia.
- E como é o seu nome, meu amigo?
- Michael Faraday. Simplesmente Michael Faraday, até o fim.





Eu, Álison

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Identifique-se 2

Um tempo atrás fiz um post sobre as principais características de cada hemisfério do cérebro (Identifique-se) e agora encontrei uma outra foto sobre o mesmo assunto. Se você for destro, vai usar o lado esquerdo. Se for canhoto, usa o direito.




Lado esquerdo:

“Eu sou hemisfério esquerdo. Eu sou um cientista. Um matemático. Eu amo o que reconheço. Eu classifico. Eu sou exato. Linear. Analítico. Estrategista. Sou prático. Sempre no controle. Um mestre das palavras e linguagem. Realista. Eu calculo equações e brinco com números. Eu sou a ordem. Eu sou lógico. Eu sei exatamente quem eu sou.”


Lado direito:

“Eu sou hemisfério direito. Sou a criatividade. Um espírito livre. Sou paixão. Sou saudade. Sensualidade. Eu sou o som de gargalhadas. Eu sou o gosto. A sensação da areia nos pés descalços. Sou movimento. Cores vivas. Sou o anseio de pintar a tela em branco. Sou a imaginação sem limites. Arte. Poesia. Eu percebo. Eu sinto. Eu sou tudo o que eu queria ser.”





Eu, Álison

sábado, 1 de setembro de 2012

As minorias

Todos nascemos iguais, mas durante nossa vida podemos fazer ações que nos tornam diferentes das outras pessoas. Quando você escolhe fazer algo fora do padrão, você deixa de fazer parte da maioria das pessoas e começa a fazer parte de uma minoria. Quanto mais coisas diferentes você fizer, mas especial você vai se tornar, já que haverá menos pessoas iguais a você. Você continua agindo do seu jeito, aquém dos outros e do que eles fazem, e assim, cada vez mais você vai se tornando parte de uma minoria mais restrita. E quanto mais restrita a minoria, melhor para você.
Se você tiver a capacidade de se manter assim sua vida toda, chegará a um ponto em que você se tornará único. Você será um espírito excepcional, diferente de tudo e de todos. Não haverá ninguém como você, tudo que partir de você será algo novo, algo que ninguém espera. Você se tornara a personificação da Surpresa, já que tudo que você disser ou fizer será imprevisível e inesperado.
Quando você chegar a esse ponto estará exercendo sua humanidade plenamente. Será digno de ser chamado de ser humano e todos ao seu redor te admirarão pelo que você é e pelo que conseguiu se tornar. E tudo graças ao seu desejo de ser diferente.
Você se tornará inesquecível e sua presença, inestimável.






Eu, Álison

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Will go on for all of eternity

Maravilha sem par essa mocinha que encontrei
Com seu gênio tirou-me de minha cruz
Com seus olhos cobriu-me com sua luz
E levou-me para seu céu
Num barco de papel, que seguia o vento ao léu
 
Minha alma e meu espírito vão prosseguir.
Tudo é sublime, tudo é divino.
Um poço de bondade sem igual
Um poço de virtudes sem par
O que posso fazer agora
A não ser me admirar?





Eu, Álison

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Paz interior

O conceito que as pessoas construíram de paz interior é algo meio difícil de alcançar, ou de se chegar.

Você pode perceber sua paz interior própria e também a paz interior de quem está ao seu redor. Com relação à paz interior própria, não sei se posso afirmar que já a senti ou já a tive, mas acredito que o mais próximo de paz que eu já cheguei foi fazendo algo de bom a alguém, mesmo sendo algo bem simples.
E no sentido de paz em relação aos outros, não posso dizer ao certo, já que não sei ler as pessoas a ponto de perceber isso, mas posso dizer que em um momento pude ver pessoas bem próximas dessa paz. E esse momento é quando alguém está dormindo, independente de quem for e de onde for, mesmo que seja pela televisão, não importa. Quando você vê alguém dormindo, independente da pessoa, ela está em paz. Todos os problemas dela somem e ela está livre para descansar e dar a sua consciência alguns momentos de descanso. De tranquilidade. E se você puder perceber essa paz, vai ver como ela é e o que ela faz com quem a possui.
Preste atenção.






Eu, Álison

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Espíritos excepcionais

A solidão é a sorte de todos os espíritos excepcionais. - Arthur Schopenhauer


Pessoas visivelmente diferentes da maioria estão fadadas a não ter muitas pessoas ao seu redor, já que somente uma minoria consegue entendê-las.







Eu, Álison

domingo, 19 de fevereiro de 2012

A tumba era lentamente cavada

Nunca meu espírito sofreu comoção tão profunda. Nunca ideias mais impressionantes invadiram-me o cérebro! Não desejava ver o que contemplavam meus olhos.






Eu, Álison

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

O Capitão

"Não havia entre os homens quem lhe pudesse pedir contas de seus atos! Deus, se acreditasse Nele, e a sua consciência, se tivesse, eram os seus únicos juízes.
Estas reflexões atravessaram-me o espírito, enquanto aquele estranho personagem calava-se, absorto e como entregue a tumulto interior.  Eu o contemplava com pavor misto de curiosidade, decerto sentindo emoção análoga à que sofreu Édipo ao fitar a Esfinge."





Eu, Álison