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sábado, 27 de setembro de 2014

Olharam-se nos olhos

- Esse é meu bilhete. É isso que as pessoas fazem, não é? Escrevem um bilhete. No entanto, se você me ama de verdade, não deve ler esse bilhete.
- Mas por quê?
- Porque se você lê-lo, não vai mais me amar tanto quanto antes, e não quero que isso aconteça.






Eu, Álison

domingo, 21 de setembro de 2014

Quem sabe...

"Quem sabe de onde vem a inspiração? Talvez surja do desespero. Talvez venha das casualidades do universo, da bondade das musas". - Amy Tan







Eu, Álison

sábado, 10 de maio de 2014

E então pude

Descansar minha saudade



Em meio ao teu abraço.

O rosto contra o peito de quem te abraça, as batidas do coração dela e as suas, o silêncio que sempre se faz durante esse envolvimento físico: nada há para se reivindicar ou agradecer, dentro de um abraço, voz nenhuma se faz necessária, está tudo dito.
E no silêncio de um abraço, o tempo para e os pensamentos se cruzam. Nenhuma palavra dita.






Eu, Álison

domingo, 4 de maio de 2014

Querido amor

Estou fazendo a minha parte: te esperar.


Faça a sua: chegue.





Eu, Álison

Por que você fez isso?



Porque não sei quando vou vê-la de novo. Nem sei nem ao menos se vou vê-la novamente. Mas se eu tiver um pouco de sorte...






Eu, Álison

sábado, 5 de outubro de 2013

Teve sorte?



"Sorte é um conceito ofensivo e detestável. A ideia de que há uma força no universo inclinando os fatos a seu favor ou contra é ridícula. Idiotas dependem da sorte."






Eu, Álison

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

domingo, 11 de agosto de 2013

As coisas improváveis

Só são improváveis e não impossíveis.


Ver a pessoa que eu vi era improvável, mas não impediu que eu visse.







Eu, Álison

domingo, 4 de agosto de 2013

Eles dirão que foi coincidência

Leonardo estava indo para a casa de um de seus colegas com John, seu amigo de longa data. Decidiram fazer uma visita e ir passar a tarde lá, juntamente com outros de seus colegas. Depois de muitas risadas, já no fim da tarde, John pergunta a Leonardo se ele poderia acompanhá-lo até a cidade vizinha de carro para buscar sua namorada. Leonardo faz sua primeira escolha. Decide ir com John. Depois de uma rápida passagem pela casa de Leonardo, os dois partem. Devido à proximidade da cidade, rapidamente chegam até ela. Vão até a casa da namorada de John e em seguida tomam o caminho de volta. Em poucos minutos encontram-se retornando à cidade.
John pergunta a Leonardo de se ele queria ficar em casa ou se iria voltar com ele e sua namorada para a casa de seu colega. Leonardo faz sua segunda escolha. Decide acompanhar os dois. Antes de seguirem, passam na casa de John. Este pergunta se Leonardo quer entrar ou esperar no carro. Então Leonardo faz sua terceira escolha. Decide esperar ali mesmo, enquanto os dois entram em casa.
Enquanto esperava, Leonardo tem uma surpresa. Avistou, ao longe, do outro lado da rua, Gilian, amiga sua que não via há muito tempo, pois morava em outra cidade. Ela também o viu, atravessou a rua e dirigiu-se a ele. Nos instantes que se passaram entre o momento em que viu sua amiga e o momento em que se encontraram, rápidos pensamentos passaram pela cabeça de Leonardo. Quando John pediu para acompanhá-lo, ele poderia ter recusado. Quando John perguntou se ele queria ficar em casa, ele poderia ter aceito. Quando John o convidou para entrar em sua casa e esperá-lo lá dentro, ele poderia ter consentido. Mas por incrível que pareça tudo aconteceu como se planejado. Leonardo nem tentou imaginar o que teria feito sua amiga vir para sua cidade naquele dia e tê-la feito sair de casa exatamente naquele momento. Isso estava além de sua imaginação. Quando Leonardo se deu conta de seus pensamentos, Gilian estava quase junto dele e foi obrigado a abandonar seus devaneios.
Quando se vê alguém que se gosta muito, é impossível que nenhuma emoção se faça presente, e com Leonardo não foi diferente. Apesar de sua amiga estar de passagem, o simples fato de poder cumprimentá-la já foi o suficiente para alegrá-lo, e ele tinha certeza de que Gilian também tinha ficado feliz em vê-lo. Depois de alguns minutos, John e sua namorada voltaram e os três foram para a casa de seu colega como fora previsto, mas o imprevisto já havia acontecido e o dia já estava completo para Leonardo, pois a surpresa fez suas pernas tremerem, suas mãos suarem, suas pupilas dilatarem. Sua pulsação acelerou, sua respiração pesou. Borboletas no estômago. Uma agradável confusão o acompanhava. Estava tudo bem agora.







Eu, Álison

sábado, 6 de julho de 2013

Tenha paciência

Certas coisas boas só podem acontecer depois de muitas coisas ruins. É como se o bem fosse construído através das dificuldades e essa coisa boa não aconteceria se as ruins não tivessem ocorrido antes.


Então acredito que isso que está acontecendo não é uma coisa ruim. É só uma preparação para uma coisa muito boa. E que assim seja.







Eu, Álison

sábado, 19 de janeiro de 2013

Mais uma vez... O perfume

O Acaso e a Sorte precisariam ser entidades muito benévolas para que fossem responsabilizadas por todas essas coisas boas que acontecem e que a gente não sabe explicar.







Eu, Álison

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

O acaso os trouxe a mim

E hoje não sei viver sem eles.
Acredito que sempre tive uma vida mais teórica do que prática. Mas como uma das poucas exceções a minha aversão a atividades que exigem muito movimento posso citar um esporte, o vôlei.
Pois bem, a principal consequência de você praticar um esporte é a manutenção da saúde. Em segundo lugar, é uma atividade que faz você sair da rotina e contribui para seu lazer. Mas como de costume, comigo foi diferente. A principal consequência de eu ter começado a jogar vôlei foi eu conhecer pessoas incríveis, e através dessas pessoas conheci outras tão incríveis quanto as primeiras. Não sei se isso acontece com todo mundo, mas minha vida pode ser dividida entre "antes do vôlei" e "depois do vôlei", sendo que a parte depois do vôlei é consideravelmente melhor do que a anterior.
A motivação principal que me levava a sair de casa (algo que não acontece muito) a ir jogar nunca era o vôlei em si, mas as pessoas que estariam jogando comigo, tanto que quando essas pessoas não iam jogar eu também não ia. A graça não estava em jogar vôlei, não que eu não goste, mas o interessante era jogar com 'aquelas pessoas', se, e somente se, com aquelas pessoas, fosse no colégio ou não, com uma bola boa ou não, jogando bem ou não, com bastante gente ou não. Nada disso importava se eu estivesse com aquelas pessoas.
Devido a meus planos futuros, nunca dei muita importância a práticas esportivas, mas essas pessoas mudaram minha vida. Ainda pratico menos exercícios do que deveria, mas se não tivesse conhecido essas pessoas provavelmente não praticaria nenhum.
Junto dessas pessoas que eu conheci estavam também outras que eu já sabia quem eram, pois estudavam ou já tinham estudado comigo, e jogar vôlei acabou se tornando um momento em que eu estava rodeado de pessoas que prezo e que me divertiam o tempo todo. Se nunca tivesse começado a jogar vôlei, não teria conhecido nem a metade das pessoas que hoje tenho perto de mim.
Agradeço sinceramente a cada uma dessas pessoas por todos os momentos que passamos juntos, jogando vôlei ou não, dos mais incríveis aos mais simples, apesar de que, para mim, nenhum desses momentos foi simples, porque eu não estava com pessoas simples. Eu estava... Com vocês.






 Eu, Álison

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Consideravelmente difícil

Visto que existem milhares de pessoas que podem passar na frente da minha casa, em diversas horas do dia, em diversos dias do ano, acredito que seja uma coincidência, no mínimo, muito peculiar, eu olhar na janela do meu quarto as 06h: 30min da manhã e ver um conhecido meu que mora em outra cidade passar em frente a minha casa.
Agora você pensa que essa pessoa poderia ter passado em qualquer outra hora, em qualquer outro dia em que eu não estivesse olhando. Ela poderia nem estar na minha cidade, e ainda por cima não é sempre que acordo cedo como aconteceu hoje. Ela passou exatamente naquele momento.
Duvido alguém conseguir me dar uma explicação racional de como isso aconteceu.




 



Eu, Álison

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Sem celular

Considere-se com sorte se, em uma conversa, você conseguir fazer uma pessoa parar de mexer no celular e te olhar enquanto você fala, porque do jeito que está, parece que as pessoas colocaram suas vidas nas mãos dos celulares para dar tanta importância a eles.
E as relações humanas que se explodam!






Eu, Álison

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Graças a Deus



Me vejo cada dia mais perto de aumentar meu número de amigos.




Eu, Álison

Uns dizem que foi o acaso

Outros que foi a sorte, outros, o destino, outros dizem que foi a vontade de Deus, outros, que foi coincidência, mas na verdade, estão todos falando da mesma coisa.



 

Eu, Álison

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Seria coincidência?

Estava na faculdade conversando com o Lucas quando um ex-professor meu se aproximou e perguntou pra nós: "Vocês são irmãos?".


Interessante como as duas únicas pessoas que já foram citadas por alguém como sendo meus irmãos foram meus dois amigos. Seria coincidência? Não, tenho certeza que não.




Eu, Álison

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Não há mais nada a ser feito

- Por que você está tão feliz?
- Consegui fazer alguém chorar.
- Mas o que isso tem de bom?
- Pergunte para quem chorou.
- Para você ter tanta certeza, já deve ter chorado antes, não é?
- Desculpe, mas não sou o tipo de pessoa que chora. Sou o tipo que faz chorar.





Eu, Álison