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sábado, 27 de setembro de 2014

Olharam-se nos olhos

- Esse é meu bilhete. É isso que as pessoas fazem, não é? Escrevem um bilhete. No entanto, se você me ama de verdade, não deve ler esse bilhete.
- Mas por quê?
- Porque se você lê-lo, não vai mais me amar tanto quanto antes, e não quero que isso aconteça.






Eu, Álison

segunda-feira, 12 de maio de 2014

domingo, 4 de agosto de 2013

Eles dirão que foi coincidência

Leonardo estava indo para a casa de um de seus colegas com John, seu amigo de longa data. Decidiram fazer uma visita e ir passar a tarde lá, juntamente com outros de seus colegas. Depois de muitas risadas, já no fim da tarde, John pergunta a Leonardo se ele poderia acompanhá-lo até a cidade vizinha de carro para buscar sua namorada. Leonardo faz sua primeira escolha. Decide ir com John. Depois de uma rápida passagem pela casa de Leonardo, os dois partem. Devido à proximidade da cidade, rapidamente chegam até ela. Vão até a casa da namorada de John e em seguida tomam o caminho de volta. Em poucos minutos encontram-se retornando à cidade.
John pergunta a Leonardo de se ele queria ficar em casa ou se iria voltar com ele e sua namorada para a casa de seu colega. Leonardo faz sua segunda escolha. Decide acompanhar os dois. Antes de seguirem, passam na casa de John. Este pergunta se Leonardo quer entrar ou esperar no carro. Então Leonardo faz sua terceira escolha. Decide esperar ali mesmo, enquanto os dois entram em casa.
Enquanto esperava, Leonardo tem uma surpresa. Avistou, ao longe, do outro lado da rua, Gilian, amiga sua que não via há muito tempo, pois morava em outra cidade. Ela também o viu, atravessou a rua e dirigiu-se a ele. Nos instantes que se passaram entre o momento em que viu sua amiga e o momento em que se encontraram, rápidos pensamentos passaram pela cabeça de Leonardo. Quando John pediu para acompanhá-lo, ele poderia ter recusado. Quando John perguntou se ele queria ficar em casa, ele poderia ter aceito. Quando John o convidou para entrar em sua casa e esperá-lo lá dentro, ele poderia ter consentido. Mas por incrível que pareça tudo aconteceu como se planejado. Leonardo nem tentou imaginar o que teria feito sua amiga vir para sua cidade naquele dia e tê-la feito sair de casa exatamente naquele momento. Isso estava além de sua imaginação. Quando Leonardo se deu conta de seus pensamentos, Gilian estava quase junto dele e foi obrigado a abandonar seus devaneios.
Quando se vê alguém que se gosta muito, é impossível que nenhuma emoção se faça presente, e com Leonardo não foi diferente. Apesar de sua amiga estar de passagem, o simples fato de poder cumprimentá-la já foi o suficiente para alegrá-lo, e ele tinha certeza de que Gilian também tinha ficado feliz em vê-lo. Depois de alguns minutos, John e sua namorada voltaram e os três foram para a casa de seu colega como fora previsto, mas o imprevisto já havia acontecido e o dia já estava completo para Leonardo, pois a surpresa fez suas pernas tremerem, suas mãos suarem, suas pupilas dilatarem. Sua pulsação acelerou, sua respiração pesou. Borboletas no estômago. Uma agradável confusão o acompanhava. Estava tudo bem agora.







Eu, Álison

sábado, 19 de janeiro de 2013

Mais uma vez... O perfume

O Acaso e a Sorte precisariam ser entidades muito benévolas para que fossem responsabilizadas por todas essas coisas boas que acontecem e que a gente não sabe explicar.







Eu, Álison

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Consideravelmente difícil

Visto que existem milhares de pessoas que podem passar na frente da minha casa, em diversas horas do dia, em diversos dias do ano, acredito que seja uma coincidência, no mínimo, muito peculiar, eu olhar na janela do meu quarto as 06h: 30min da manhã e ver um conhecido meu que mora em outra cidade passar em frente a minha casa.
Agora você pensa que essa pessoa poderia ter passado em qualquer outra hora, em qualquer outro dia em que eu não estivesse olhando. Ela poderia nem estar na minha cidade, e ainda por cima não é sempre que acordo cedo como aconteceu hoje. Ela passou exatamente naquele momento.
Duvido alguém conseguir me dar uma explicação racional de como isso aconteceu.




 



Eu, Álison

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Uns dizem que foi o acaso

Outros que foi a sorte, outros, o destino, outros dizem que foi a vontade de Deus, outros, que foi coincidência, mas na verdade, estão todos falando da mesma coisa.



 

Eu, Álison

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Seria coincidência?

Estava na faculdade conversando com o Lucas quando um ex-professor meu se aproximou e perguntou pra nós: "Vocês são irmãos?".


Interessante como as duas únicas pessoas que já foram citadas por alguém como sendo meus irmãos foram meus dois amigos. Seria coincidência? Não, tenho certeza que não.




Eu, Álison

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Só entre Amigos

Entre pessoas muito conhecidas, muito mesmo, entre amigos de verdade (tipo, um mata e o outro esconde o corpo), existe algo que eu não sei se tem nome, mas seria alguma coisa como sincronia mental. Se você tem um amigo, pode já ter passado por isso:

1) Você decidi mandar uma mensagem para seu amigo, ou ligar para ele, e pouco antes de fazer isso, ele te manda uma mensagem, ou te liga. Ele faz exatamente o que você ia fazer, instantes antes.
2) Você está pensando em um determinado assunto, algo qualquer, e fala para seu amigo. Ele responde dizendo: estava pensando a mesma coisa. Também pode acontecer de os dois falarem ao mesmo tempo.
3) Alguém pergunta a opinião sobre algo para seu amigo e depois para você. Quem perguntou pode dizer: vocês responderam a mesma coisa.
4) Quando seu amigo fala alguma coisa e só você ri. Isso acontece porque seus conceitos de humor são parecidos (e isso pode ser uma das causas de vocês dois terem se tornado amigos).

Você pode achar essas situações simples e dizer que a explicação para essas ocasiões foi o acaso, mas se você conhecer a Teoria do Caos, não vai mais acreditar em acaso. E se fosse culpa do acaso, isso aconteceria com todas as pessoas, inclusive com estranhos, mas acontece o contrário. Ter pensamentos correlacionados ocorre somente entre pessoas íntimas, com raras exceções de estranhos. Outro exemplo dessa sincronia mental é o fato de você sentir muito mais empatia por seus amigos do que por estranhos, apesar da situação ser a mesma para ambos. Preste atenção e você vai ver o que uma relação forte pode fazer.



Eu, Álison