Mostrando postagens com marcador surpresa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador surpresa. Mostrar todas as postagens

sábado, 25 de outubro de 2014

I'm writting to you

Dana, my darling, I'm writting to you
Cause your father passed away, it was a beautiful day
And I don't want to bother you anymore
I used to hope you'd come back
But not anymore, Dana

My eyes might have betrayed me, but I have seen
Your picture on the cover of a filthy magazine
And I think my heart just cannot handle that
Dana, my darling, would be so bad

Dana, my darling, I'm writting to you
Cause your mother passed away, it was a really rainy day
And I didn't mean to bother you anymore
Your mother wished: Come visit your fathers grave, Dana

Your father disowned you because you have sinned
But he did forgive you in condition he was in
And I hope you won't do those things anymore
Dana, my darling, I'm waiting for.

No, you can't surprise me anymore
I have seen it all before
But it seems I cannot let you go

And I think that I told you, I'd wait for you forever
Now I know someone else is holding you
So, for the first time in my life, I must lie
Lie's a sin, mess that I am in
Love is not the thing I feel now
I promise you: I won't write again
'Till the sun sets behind your grave

Dana, my dana, I'm writting to you
I heard you passed away, it was a beautiful day
I'm old and a feel time will come for me
My diarys pages are full of thee

Little dana o'hara oh Dana, my dear
How I wish that my Dana was here
Little dana o'hara decided one day
To travel away, faraway


Dana, minha querida, eu estou escrevendo para você porque seu pai se foi, era um dia lindo. E eu não quero te incomodar mais. Eu costumava acreditar que você voltaria, agora não mais, Dana.
Meu olhos podem ter me enganado, mas eu vi a sua foto na capa de uma revista imunda. E eu acho que meu coração não pode suportar isso. Dana, minha querida, iria ser tão ruim.
Dana, minha querida, eu estou escrevendo para você porque a sua mãe se foi, era uma dia muito chuvoso. E eu não pretendia mais te perturbar. Sua mãe desejava: "venha visitar o túmulo do seu pai, Dana".
Seu pai te deserdou, porque você pecou, mas ele te perdoou, nas condições que ele se encontrava. E eu espero que você não faça mais essas coisas. Dana, minha querida, eu estou esperando.
Não, você não pode mais me surpreender. Eu já vi tudo isto antes, mas parece que eu não posso te deixar partir.
E eu acho que eu te falei, que eu esperaria você para sempre. Agora eu sei que outra pessoa esta com você, então, pela primeira vez na minha vida, eu tenho que mentir. Mentira é um pecado, confusão na qual estou. Amor não é o sentimento que eu tenho agora. Eu te prometo: Não vou escrever de novo até que o sol se ponha atrás de seu túmulo.
Dana, minha Dana, estou escrevendo para você. Eu ouvi que você se foi, era um dia bonito. Eu estou velho e sinto que o tempo vai chegar para mim. As páginas do meu diário estão cheias de ti.
Pequena Dana o'hara oh Dana, minha querida. Como eu queria que a minha Dana estivesse aqui. Pequena Dana o'hara decidiu um dia viajar para longe, muito longe.





Eu, Álison

sábado, 13 de setembro de 2014

Say yes to pull the trigger

Todas as cabeças se curvam em reverência silenciosa. O chão está molhado de lágrimas da lembrança dolorosa. Inspirado em seus passos vamos marchar à frente. Não fique chocado das pessoas morrem. Fique surpreso, pois continua vivo.

Do you believe in God? Say yes to pull the trigger.






Eu, Álison

domingo, 4 de maio de 2014

Depende de você

A vida de uma pessoa se resume, basicamente, assim: ela nasce, cresce, envelhece e morre. Durante esse período ela pode incrementar um pouco. Ela trabalha, estuda, cozinha, viaja. Ela também mata, rouba. Se apaixona, faz arte. Ela lê, escreve, toma banho de chuva, dorme tarde. Chora de rir, fica triste, imagina cenas antes de dormir. Se assusta, se surpreende. Perde o fôlego, pula de alegria, anda de bicicleta. Esfola o joelho, dá presentes, tem borboletas no estômago, comemora aniversário, faz amizades. Se rebela, tem pesadelos, acorda assustado. Se emociona, conhece gênios, fala com idiotas, se confunde. E apesar de nossa vida ser apenas uma sequência aleatória de fatos independentes que decorrem por alguns anos, quando estamos fazendo alguma dessas coisas, o tempo parece mais lento e você até se esquece de que devia apenas nascer e morrer.






Eu, Álison

sábado, 26 de abril de 2014

Eu não sei se estou certo

Mas é nisso que eu acredito. Eu sou uma pessoa pessimista (não por escolha, claro, apenas por lógica), e a vida de um pessimista não é fácil, mas existem certas pessoas que deixam a nossa busca um pouco mais branda.  Pessoas que diminuem o fardo que temos de levar. É como se, quando eu visse essas pessoas, por mais brevemente que fosse, eu pudesse esquecer que sou pessimista, esquecer da maldade, da pobreza de espírito e de todas as coisas não muito boas que acontecem durante a vida. É como se eu pudesse me livrar de tudo isso e apenas aproveitar a presença daquela pessoa.
Infelizmente esses momentos não acorrem muito, já que não é em qualquer esquina que eu encontro as pessoas que considero especiais, mas, às vezes, quando eu vejo alguma destas pessoas, sinto um frio na barriga. Sem perceber, a respiração muda e o coração sai correndo. Acho que isso é o sentimento mais lindo que existe, porque é um sentimento muito forte, tão forte que não se limita a ser somente algo mental, chega a ser uma sensação física, chega a ter uma resposta corporal àquela pessoa que estou vendo. E me sinto agradecido quando passo por esse tipo de experiência. É uma mistura de nervosismo com surpresa imersos em um oceano de alegria.
 Eu acho que o céu é algum lugar em que você está sempre com frio na barriga. Em que você está sempre vendo alguém que te dá essa sensação. E nessa hora eu posso esquecer que sou pessimista, esquecer da maldade das pessoas, da pobreza de espírito e de tudo aquilo que você já sabe.







Eu, Álison

domingo, 30 de março de 2014

Não são coisas



- Mas o presente... Não era algo importante?
- Não, não, a pessoa que me deu é que é importante.





Eu, Álison

sábado, 28 de dezembro de 2013

Eu estou vivo!

Ainda sinto o coração bater mais forte quando falo com algumas pessoas. Essa é a sensação das pessoas que vivem a vida de verdade. Das pessoas que estão VIVAS!






Eu, Álison

domingo, 1 de setembro de 2013

domingo, 4 de agosto de 2013

Eles dirão que foi coincidência

Leonardo estava indo para a casa de um de seus colegas com John, seu amigo de longa data. Decidiram fazer uma visita e ir passar a tarde lá, juntamente com outros de seus colegas. Depois de muitas risadas, já no fim da tarde, John pergunta a Leonardo se ele poderia acompanhá-lo até a cidade vizinha de carro para buscar sua namorada. Leonardo faz sua primeira escolha. Decide ir com John. Depois de uma rápida passagem pela casa de Leonardo, os dois partem. Devido à proximidade da cidade, rapidamente chegam até ela. Vão até a casa da namorada de John e em seguida tomam o caminho de volta. Em poucos minutos encontram-se retornando à cidade.
John pergunta a Leonardo de se ele queria ficar em casa ou se iria voltar com ele e sua namorada para a casa de seu colega. Leonardo faz sua segunda escolha. Decide acompanhar os dois. Antes de seguirem, passam na casa de John. Este pergunta se Leonardo quer entrar ou esperar no carro. Então Leonardo faz sua terceira escolha. Decide esperar ali mesmo, enquanto os dois entram em casa.
Enquanto esperava, Leonardo tem uma surpresa. Avistou, ao longe, do outro lado da rua, Gilian, amiga sua que não via há muito tempo, pois morava em outra cidade. Ela também o viu, atravessou a rua e dirigiu-se a ele. Nos instantes que se passaram entre o momento em que viu sua amiga e o momento em que se encontraram, rápidos pensamentos passaram pela cabeça de Leonardo. Quando John pediu para acompanhá-lo, ele poderia ter recusado. Quando John perguntou se ele queria ficar em casa, ele poderia ter aceito. Quando John o convidou para entrar em sua casa e esperá-lo lá dentro, ele poderia ter consentido. Mas por incrível que pareça tudo aconteceu como se planejado. Leonardo nem tentou imaginar o que teria feito sua amiga vir para sua cidade naquele dia e tê-la feito sair de casa exatamente naquele momento. Isso estava além de sua imaginação. Quando Leonardo se deu conta de seus pensamentos, Gilian estava quase junto dele e foi obrigado a abandonar seus devaneios.
Quando se vê alguém que se gosta muito, é impossível que nenhuma emoção se faça presente, e com Leonardo não foi diferente. Apesar de sua amiga estar de passagem, o simples fato de poder cumprimentá-la já foi o suficiente para alegrá-lo, e ele tinha certeza de que Gilian também tinha ficado feliz em vê-lo. Depois de alguns minutos, John e sua namorada voltaram e os três foram para a casa de seu colega como fora previsto, mas o imprevisto já havia acontecido e o dia já estava completo para Leonardo, pois a surpresa fez suas pernas tremerem, suas mãos suarem, suas pupilas dilatarem. Sua pulsação acelerou, sua respiração pesou. Borboletas no estômago. Uma agradável confusão o acompanhava. Estava tudo bem agora.







Eu, Álison

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Talvez isso não tenha cura

Ou talvez a cura esteja com alguém que nunca vou conhecer. Ou simplesmente esteja com alguém que ainda não conheci...










Eu, Álison

domingo, 23 de junho de 2013

Se espantam

As crianças se espantam por as coisas serem como são. Nós, adultos, nos espantamos se elas não fossem desse jeito.








Eu, Álison

Que reação mostramos

Diante dum pensador? A mesma que experimentamos diante da beleza. Começamos pela surpresa, mas a admiração logo chega.







Eu, Álison

domingo, 9 de junho de 2013

Não está doendo

"Vejo pessoas... Não sabem que estão mortas. 
Estão em toda parte. Só veem o que querem ver."


- Anna, eu acho que estou bem. Ela entrou e saiu... Nem está doendo mais...

Acho que posso ir agora. Só precisava fazer umas coisas. Precisava ajudar alguém. E ajudei.
Só precisava dizer uma coisa: sempre foi a primeira. Sempre. Eu te amo. Agora durma. Tudo vai ser diferente amanhã.






Eu, Álison

domingo, 19 de maio de 2013

Esperando ser notado

Parte I

Um elogio disfarçado
Ele está lá, esperando ser notado
Um abraço apertado
Passa a quem foi abraçado
A ternura de um abraço dado
Caminho a seu lado
Guardo o retrato marcado
Com a importância do que é sagrado
De um momento que foi gravado
Um instante da sua vida que merece ser lembrado
Por algo que você fez, por um elogio disfarçado


Parte II

A mente é algo inesperado
Surpreende, conquista, te deixa admirado
Constrói um castelo blindado
Cria um poema a alguém um dia amado
A chuva não havia notado
O tempo parecia parado
A vida, um conto encantado





Eu, Álison

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Mais um ano se passou

Hoje é dia 13 de Maio de 2013 e estou comemorando o aniversário de 2 anos do blog. Já publiquei mais de 1.400 posts, dentre eles letras de músicas, descrições do que já aconteceu comigo, textos que encontrei em outros sites e, principalmente, coisas que eu criei e, por diversas razões, decidi mostrar para as outras pessoas.

Talvez esteja começando a desenvolver um estilo próprio de escrita depois desse considerável tempo escrevendo, e apesar de achar que isso leva tempo, imagino que tenha melhorado bastante minha capacidade de escrever desde meu primeiro post, em Maio de 2011. Prova disso é que ano passado consegui fazer uma pessoa chorar lendo uma carta que eu escrevi. Está certo que demorei 5 meses e 2 dias para terminar ela, mas acho que valeu a pena, afinal, acredito que não é todo mundo que consegue uma coisa dessas. Não publiquei esse texto porque não criei ele com a intenção de tornar público e sim de entregar à pessoa de quem falava na carta, e ele também é muito grande para publicar aqui.

Novamente vou agradecer à Decidida, que me motivou a criar um blog. Se não fosse ela, não teria nada disso. Aos meus amigos que, mesmo sem querer, me inspiram sempre. Agradeço também aos que pararam o que estavam fazendo para ler o que eu escrevi. Dois agradecimentos especiais: às pessoas que me apoiaram e às pessoas que me inspiraram. Sem vocês isso não existiria.

Tenho plena noção de que muitas das coisas que escrevo aqui vão contra o senso comum ou ao que a maioria acredita e acha certo, mas acho isso muito produtivo. Lidar com o diferente obriga as pessoas a pensarem, o que não é muito o costume delas, então vejo isso pelo lado bom. Sou mais pessimista do que demonstro e omito certos comentários sobre determinados assuntos, porque se mostrasse todo meu pessimismo e falasse o que realmente penso, ninguém leria, então tento ser diferente, porém tolerável aos olhos dos outros.

Se alguém quiser dar sugestões de assuntos, fique a vontade. Mais uma coisa: Não espero que as pessoas pensem como eu, mas espero que elas vejam no que eu escrevo algo interessante. Espero que elas Vejam Como Eu Vejo. Parabéns!





Eu, Álison

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Qual o papel de um filósofo na sociedade?

Produzir indagação. Isto é, produzir aquilo que está faltando um pouco hoje, que é o espanto. Está tudo muito óbvio. A frase que mais se diz é: "A vida é assim". E a Filosofia sempre foi, na sua história, desde a sua organização mais formal, há 2600 anos atrás dentro do mundo grego clássico, a capacidade de levar a admiração.
Dar um passo para trás e prestar atenção nas coisas e não aceitar tudo como muito óbvio e, por outro lado, não deixar de procurar aquilo que não está, para que a gente não se conforme com as coisas como são achando que elas só podem ser daquele jeito.







Eu, Álison

sábado, 20 de abril de 2013

Olhos arregalados [Fatos reais]

A surpresa sempre fascinou Leonardo e por esse motivo decidiu fazer uma a sua amiga Gilian. Comprou-lhe um presente para entregar em seu aniversário. Amante dos segredos, Leonardo não comentou nada sobre o que ia fazer. Nem mesmo a seus próprios amigos. Um deles, John, comentou com Leonardo que iria se reunir com um pequeno grupo de amigos, pois também queria fazer uma surpresa a Gilian, mas nada ficou combinado entre eles com relação a horário e local.
Leonardo não havia mais conversado com John, mas mesmo assim manteve seus planos sobre a surpresa. Esperou até a noite, já que Gilian trabalhava em outra cidade e saiu a caminho da casa de sua amiga, com a intenção de levar sua lembrança a ela, que não suspeitava de nada.
No caminho entre sua casa e o de sua amiga, Leonardo foi surpreendido. A pouco mais de uma quadra da casa de Gilian, ele encontrou John e mais quatro amigos juntos dele. Eles também estavam indo para a casa de sua amiga lhe fazer uma surpresa.
Apesar de não terem combinado nada, eles haviam pensado em fazer a mesma coisa, para a mesma pessoa, no mesmo horário. Leonardo poderia ter ido outro dia, em qualquer outro horário, por qualquer outro motivo, ocorreu o mais improvável. Tudo aconteceu como tinha que acontecer. No fim, deu tudo certo.
O presente de Leonardo foi o último a ser aberto por Gilian, já no fim da reunião. Ela gostou muito do presente que recebeu e ele gostou muito de tê-lo dado. A surpresa estava diante de seus olhos.





Eu, Álison

sábado, 10 de novembro de 2012

Em um sábado qualquer

Fiz coisas que achei que não faria. Vi pessoas que achei que não veria. Fui a lugares que achei que não iria. Senti emoções que achei que não sentiria.
Tudo isso em um sábado qualquer. Toda a Surpresa que eu tento oferecer às pessoas, de vez em quando, volta para mim. Mas volta de um jeito que é difícil de acreditar. Espero não acordar do meu sonho, porque o que eu vivo não pode ser uma vida de verdade.





Eu, Álison