Mostrando postagens com marcador pobreza. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador pobreza. Mostrar todas as postagens

sábado, 25 de outubro de 2014

Pra quem?



"Dos fracos e oprimidos é o reino do céu. Dos aleijados e dos pobres de espírito é o reino do céu". 





Eu, Álison

sábado, 26 de abril de 2014

Eu não sei se estou certo

Mas é nisso que eu acredito. Eu sou uma pessoa pessimista (não por escolha, claro, apenas por lógica), e a vida de um pessimista não é fácil, mas existem certas pessoas que deixam a nossa busca um pouco mais branda.  Pessoas que diminuem o fardo que temos de levar. É como se, quando eu visse essas pessoas, por mais brevemente que fosse, eu pudesse esquecer que sou pessimista, esquecer da maldade, da pobreza de espírito e de todas as coisas não muito boas que acontecem durante a vida. É como se eu pudesse me livrar de tudo isso e apenas aproveitar a presença daquela pessoa.
Infelizmente esses momentos não acorrem muito, já que não é em qualquer esquina que eu encontro as pessoas que considero especiais, mas, às vezes, quando eu vejo alguma destas pessoas, sinto um frio na barriga. Sem perceber, a respiração muda e o coração sai correndo. Acho que isso é o sentimento mais lindo que existe, porque é um sentimento muito forte, tão forte que não se limita a ser somente algo mental, chega a ser uma sensação física, chega a ter uma resposta corporal àquela pessoa que estou vendo. E me sinto agradecido quando passo por esse tipo de experiência. É uma mistura de nervosismo com surpresa imersos em um oceano de alegria.
 Eu acho que o céu é algum lugar em que você está sempre com frio na barriga. Em que você está sempre vendo alguém que te dá essa sensação. E nessa hora eu posso esquecer que sou pessimista, esquecer da maldade das pessoas, da pobreza de espírito e de tudo aquilo que você já sabe.







Eu, Álison

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Isso vai mexer com você. De verdade.

Essas fotos foram originalmente retiradas deste site.

1 – Garoto faminto e missionário na África.




2 – Dentro de uma câmara de gás de Auschwitz.




3 – Cirurgião depois de transplante de coração (com sucesso) que durou 23 horas.
Seu assistente está dormindo no canto.




4 – Pai e filho (1949 – 2009).




5 – Diego Frazão Torquato tocando violino no funeral do seu professor, 
responsável por tirar crianças da violência por meio da música.




6 – Um soldado russo tocando num piano abandonado na Chechênia em 1994.




7 – Rapaz que acaba de descobrir que seu irmão está morto.




8 – Cristãos protegendo muçulmanos durante oração em
meio às revoltas de 2011 no Cairo, Egito.




9 – Bombeiro dá água a um Koala durante os incêndios
 florestais na Austrália, em 2009.




10 – A mãe Terri Gurrola se reencontra com sua filha
depois de servir no Iraque por 7 meses.




11 – Moradores de rua esperando para receber comida de graça distribuídos fora de
uma mesquita antes de Eid al-Fitr, em Nova Delhi, na Índia.




12 – Zanjeer, o cão salvou milhares de vidas durante explosões em série em
Março de 1993 por meio da detecção de mais de 3.329 kg do explosivo RDX, 600 detonadores, 249 granadas e 6.406 cartuchos de munição. Ele foi enterrado com todas as honras em 2000.




13 – Homem salta do World Trade Center para escapar
das chamas durante atentado do 11 de setembro.




14 – Filho tentando levar pai alcoólatra para casa.




15 – Casal abraçado em escombros de fábrica que desabou.




16 – Pôr do sol em Marte.




17 – Garoto cigano de 5 anos fumando na festa de véspera de ano novo na comunidade de St. Jacques, Perpignan, sul da França. É comum em St. Jacques os meninos fumarem.




18 – Hhaing O Yu, de 29 anos, chorando ao ver a destruição causada
pelo ciclone que atingiu Myanmar em 2008.




19 – Cachorro de nome Leão espera dono após dois dias
enchentes no Rio de Janeiro em 2011.




20 – Filho corre para cumprimentar o pai
 antes de ir para a Segunda Guerra Mundial.




21 – Russo encontra tanque no qual pilotou na Segunda Guerra Mundial.




22 – O poder de uma flor.




23 – Mulher chora no meio da cidade destruída após terremoto e tsunami que
devastou a cidade de Natori, em março de 2011 no Japão.




24 – Construção que une casal protestante e católico, Holanda, 1888.




25 – Dono encontra seu cão depois de tornado que
destruiu o Alabama em março de 2012, no EUA.




26 – Demonstração do uso do preservativo em um mercado
público em Jayapura, capital da Papua, 2009.




27 – Russos se preparando para a batalha de Kursk, julho de 1943.




28 – Homem salva filhotes de gato durante uma enchente
 que assolou a Índia em 2011.




29 – Afegão oferece chá para soldado americano.




30 – Pais, provavelmente agora em seus 70 anos,
ainda à procura da sua filha desaparecida.

 






Eu, Álison

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

O papa faz voto de pobreza

 Mas metade do Vaticano é feito de ouro.


Jesus olhou para ele e o amou. "Falta uma coisa para você", disse ele. "Vá, venda tudo o que você possui e dê o dinheiro aos pobres, e você terá um tesouro no céu. Depois, venha e siga-me." - Marcos 10: 21






Eu, Álison

domingo, 7 de julho de 2013

É a última vez

Você tem muito
Uma casa, uma roupa
Eu tenho nada
Uma ponte, um papelão
Você vive sua bela vida
Eu sobrevivo minha quase vida
Você aproveita sua felicidade, mesmo no frio do inverno
Eu aproveito a tristeza, mesmo no calor do sol
Você não luta, mas consegue vencer
Eu sempre luto, mas não consigo parar de sofrer
Espero que você aproveite tudo
E alcance a aurora da vida
Eu, demasiadamente impaciente
Vou-me antes







Eu, Álison

sábado, 6 de julho de 2013

O vazio

O mundo interior é rico em conteúdo e significação, porém, pode ser pobre, vazio, inócuo. E então a obra artística refletirá o vazio, a pobreza, a inocuidade.


Por Louis Wain







Eu, Álison

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Marie Curie

Em 1903, Madame Curie era a mulher mais famosa do mundo. Madame Curie votava o mais profundo desprezo às honrarias e arrebatamentos da glória.
Referindo-se à mais modesta das mulheres célebres, o mais modesto dos homens célebres, – Albert Einstein – comentou uma vez: “Marie Curie é, entre todas as pessoas de nomeada, a única que a fama não corrompeu”.
“Meu Deus, restaurai a saúde de nossa mãe”. Mas aprouve a Deus arrebatar Madame Sklodovska a seus filhos. Era uma família triste e empobrecida a que se reunia em torna da mesa após o falecimento da Madame Sklodovska.
“A existência”, escreveu a jovem, “tornou-se-me intolerável... Eu não quereria que minha pior inimiga vivesse em semelhante inferno”. Manya acariciou por algum tempo a ideia do suicídio. “Sepultei em total esquecimento os meus planos”, escreveu a uma prima. Tenciono dizer adeus a este mundo desprezível. Pequena será a perda e não me lamentarão por muito tempo...
Mas conseguiu vencer o desalento. Os Sklodovska não pertenciam ao tipo suicida.
Nas aulas, sempre tomava lugar na primeira fila; mas assim que terminavam as aulas, escoava-se para fora como uma sombra. A triste experiência que tivera das convenções vigentes incutira nela uma certa aversão a toda espécie de ligações sociais. “Lindos cabelos, lindos olhos, lindo talhe de moça”, comentavam os rapazes da universidade. “O único inconveniente é que ela não fala com ninguém”.
Vivia no mundo dos livros. E das aulas. Os professores, encantados com a sua imaginação, entusiasmo e habilidade, instigavam-na a empreender novas pesquisas.
Depois do primeiro e infeliz mergulho no vórtice da paixão romântica, ela jurara dedicar o resto da vida à paixão exclusiva pela ciência. Não queria saber de homens. E por esse tempo vivia em Paris um jovem, Pierre Curie, que não queria saber de mulheres, Também ele consagrara a vida exclusivamente às atividades científicas. “Começamos a conversar sobre assuntos científicos... E, antes que disséssemos por tal, estávamos amigos”.
Foi com essa renda exígua que ele timidamente propôs casamento a Mademoiselle Sklodovska; e Mademoiselle Sklodovska – com igual timidez, é preciso confessar – aceitou. Sem embargo, a união de ambos resultou, não apenas em uma colaboração de gênios, mas em uma parceria de amor.
Pierre Curie sempre via coroados de êxito os seus esforços por fugir à notoriedade. O mesmo se dava com Marie. Seu melhor disfarce para evitar que a reconhecessem era não usar nenhum disfarce. À primeira vista, ninguém desconfiaria que a jovem camponesa de modesto vestido preto fosse à festejada cientista que recebera o Prêmio Nobel.
E então, numa chuvosa manhã de Abril de 1906, Pierre saiu de casa para visitar o seu editor. Algumas horas depois trouxeram a Marie o corpo exânime do marido. Escorregara no pavimento molhado e um enorme carro passara por cima. Acabara-se a felicidade de Marie.
E todas as noites, antes de deitar-se, escrevia ao querido morto um relato íntimo dos seus pensamentos. Era como se estivesse escrevendo uma carta a uma pessoa ainda viva. “Meu Pierre, penso em ti constantemente. Tenho a cabeça a rebentar e a razão turbada. Não posso conceber que, de ora avante, terei de viver sem ti”. “Já não amo o sol e as flores. Fazem-me sofrer. Sinto-me melhor nos dias escuros, como o da tua morte”.
Apesar da fadiga, das dores e dos desgostos, sempre estava pronta a dispensar um sorriso animador e uma palavra doce.
Viagens, honrarias, entrevistas, medalhas, conferências, banquetes – e trabalhos e tristeza. “Os sonhadores”, dizia, “não merecem a riqueza porque não a desejam”. Aproximava-se do fim o seu sonho. Madame Marie morrera mártir do seu trabalho.





Eu, Álison

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Um tesouro no céu

Com a renúncia do atual para, espero que o próximo se importe um pouco mais com as pessoas que realmente precisam de sua ajuda. Espero que ele não ande com uma cruz de ouro, não sente em um trono de ouro, não use cálices de ouro, nem vista roupas que custam um absurdo. Ele não precisa de nada disso. O simples cargo de papa já é mais do que nobre. O papa, pelo contrário, deveria ser exemplo de como levar uma vida simples, para assim inspirar as pessoas mais pobres, que são a enorme maioria, mas me parece que lá no Vaticano não se costuma pensar muito nisso. Pena de morte não é algo muito digno, mas a meu ver é isso que estão fazendo, indiretamente. Se perguntarem, eles respondem que as pessoas que morreram estavam cumprindo a vontade de Deus.
Deus nunca concordaria em tratar tão bem uma única pessoa e deixar milhares morrendo porque são pobres demais para poder comprar um pão sequer. Você já ficou com fome? Com fome de verdade? Agora imagine uma semana com fome. Agora imagine um mês com fome. Agora imagine dois meses com fome. Agora imagine que você morreu porque não tinha o que comer. Acho que se o materialismo inútil das pessoas diminuísse um pouco, muitas vidas seriam salvas, porque você pode ter até uma casa feita de ouro, mas te garanto que ela não entra no céu.


"E Jesus, olhando para ele, o amou e lhe disse: Falta-te uma coisa: vai, vende tudo quanto tens e dá aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, toma a cruz, e segue-me".






Eu, Álison

sábado, 15 de setembro de 2012

A pobreza estava diante de mim

Me mostrando como sou rico. 

Já faz algum tempo que consegui tirar a carteira de motorista e consequentemente já saí várias vezes de carro. Em duas vezes, quando saí com meu amigo e quando fui ao aniversário de uma colega, aconteceu uma coisa muito desagradável. Uma criancinha parou na janela do carro e me ofereceu umas coisas que ela estava vendendo. Estava na cara que ela vivia em condições lamentáveis, se é que se pode dizer que ela vivia. Ela tentava ser tão educada comigo para que eu comprasse alguma das coisas que ela estava oferecendo, e talvez isso que eu comprasse fosse pagar o próximo almoço dela.
Quando você está na frente de uma mesa cheia de comida você não pensa nisso, mas se fosse seu filho que estivesse no lugar daquela criança, ou você mesmo, iria dar muito mais valor ao que você tem diante de si. A vida quis me mostrar como prezar pela pelo que tenho e espero não ter que passar por isso de novo.




Eu, Álison

domingo, 5 de agosto de 2012

Reclamar de barriga cheia

Muitas pessoas, inclusive eu, já pararam diante de uma mesa, olharam o que tinha para comer e reclamaram por não ter nada diferente, por não ter nenhum doce ou pela comida ser de outro dia. Pois acho que devemos pensar melhor sobre reclamar de comida ou de qualquer outra coisa que seja de necessidade básica.

Com relação à comida, eu penso assim: eu reclamo porque não gosto do que tem pra comer, mas não penso que certas pessoas não podem se dar ao luxo de reclamar porque não têm o que comer. Elas passam fome e dariam graças a Deus se tivessem o que eu tenho diante de si. Elas não podem escolher o que comer como eu faço, não porque não gostam, mas porque não há o que escolher. Você pode passar uma semana sem comer seu prato favorito, mas existem pessoas que passam a vida toda sem comer seu prato favorito.

As pessoas também reclamam que não têm um cobertor bonito com a estampa que desejavam ou uma cama cara, mas as pessoas que moram debaixo da ponte e passam frio todas as noites ficariam muito felizes se tivessem esse cobertor e essa cama, mesmo que fossem simples, os quais você reclama sempre antes de dormir. Você pode não ter o cobertor mais bonito do mundo, mas existem pessoas que não têm cobertor nenhum e que se tapam com jornais e pedaços de papelão.

Eu reclamo que tenho dor de cabeça várias vezes, mas não penso que existem pessoas que têm dor de cabeça porque estão com câncer no cérebro e vão morrer em pouco tempo. Eu reclamo porque estou resfriado, mas não penso nas pessoas que estão internadas em hospitais porque estão com pneumonia. Eu reclamo porque tenho a letra feia e ando de um jeito esquisito, mas não penso nas pessoas que são tetraplégicas e que não podem nem escrever nem andar. Eu reclamo que machuquei o braço e caíram algumas gotas de sangue, mas não penso nas pessoas que morrem por hemorragia em acidentes graves. Existem vários outros exemplos, mas acho que consegui passar a mensagem.

Não estou querendo dar lição de moral em ninguém e nem estou dizendo que sigo valores éticos ao pé da letra, só acho que se deve dar mais valor ao que se tem, pois existem pessoas em situações extremamente piores e que dariam tudo para ter o que cada um de nós possui.




Eu, Álison

sexta-feira, 30 de março de 2012

Não é culpa do sistema

É culpa sua!

Se um estrangeiro diz que o Brasil é uma merda, os brasileiros reclamam dele, como se o que ele estivesse falando não fosse verdade. É claro que o Brasil é uma merda. Você pode viver uma vida muito boa, com uma casa boa e com um trabalho bom, mas a grande maioria, na verdade, quase todos, vivem na merda.
A gente vive em um país em que a maioria das pessoas é pobre e se fode o tempo todo. Você pode ser bem de vida, ter curso superior e tudo mais, mas nem por isso as milhares de pessoas que passam fome vão deixar de passar fome. Você ter uma vida boa não faz quem não tem uma vida boa... Ter. Você reclama que não viu certo programa na televisão, enquanto tem gente que não tem nem água nem luz, quem dirá uma televisão.
Então não venha dizer que seu país é lindo, porque talvez sua casa e sua vida sejam, mas seu país não é. Afinal de contas, a gente não vive só na sua casa, a gente vive no nosso país. E o nosso país, me desculpem os brasileiros orgulhosos, é uma merda.
E não venha falar que a culpa do Brasil ser uma merda é dos políticos corruptos, da sociedade ou das mega corporações. Quem faz política são os brasileiros, ou seja, as próprias pessoas. Quem constitui a sociedade também são as pessoas e quem dirige as grandes empresas obviamente são as pessoas.
Então reclamar não vai melhorar nada, as pessoas vão continuar pobres, o país vai continuar uma merda e vai ficar tudo na mesma.
De um tempo pra cá, tenho em mente que o problema do mundo são as pessoas. Isso mesmo, eu e você fazemos merda e por isso tudo está como está. A ofensa maior não é um estrangeiro falar mal do Brasil, até porque não é ofensa, é a verdade. A ofensa maior está no que os brasileiros fazem para com os próprios brasileiros.

As pessoas precisam melhorar como indivíduos, como pessoas, antes de esperar que o mundo mude.
Não sei se isso faz sentido para as outras pessoas, mas é o que eu acredito.




Eu, Álison

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Você e sua vida

O gordo que você chamava de baleia, hoje é um atleta
O Nerd que você dizia que não tinha vida social, hoje é muito famoso
O pobre de quem você ria, hoje é podre de rico
O estranho que você chamava de louco, hoje é um grande cientista
O feio que você chamava de monstro, hoje participa de concursos de beleza
E você, que criticava a todos, é um idiota e tem uma vida de merda





Eu, Álison

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Prestem atenção!


Eu digo duas coisas bem sérias: 

Primeira: apesar da minha misantropia, essa pessoa tem o meu respeito
Segunda: se existe um céu, esse senhor já está nele.




Eu, Álison

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

A maior mentira

Eu prometo ser fiel, amar-te e respeitar-te, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, até que a morte nos separe.




Eu, Álison