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domingo, 18 de maio de 2014

Quer jogar?

Muita gente já ultrapassou a linha entre o prazer e a dependência. 


E a loucura que faz o cara dar um tiro na cabeça.






Eu, Álison

sábado, 10 de maio de 2014

Só tem um problema

“Loucura?! Mas afinal, o que vem a ser a loucura? Um enigma... Por isso mesmo é que às pessoas enigmáticas, incompreensíveis, se dá o nome de “loucos”. Pelo contrário, um reduzido número de indivíduos vê objetos com outros olhos, chama-lhes outros nomes, pensa de maneira diferente, encara a vida de modo diverso. Como estão em minoria... São doidos. O meu amigo não pensava como toda a gente... Eu não o compreendia: chamava-lhe doido... Eis Tudo".






Eu, Álison

domingo, 4 de maio de 2014

sábado, 5 de abril de 2014

Beautiful things

Every day I discover
more and more
beautiful things.
It’s enough to drive one mad.
I have such a desire
to do everything,
my head is bursting with it.







Eu, Álison

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Eu sou o que eu como

Portanto a pessoa que tem o hábito de consumir música ruim não tem muitas condições de se tornar uma pessoa boa, ou de ter uma percepção saudável do mundo.






Eu, Álison

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Porque eu não sou eu mesma

"Vamos, não adianta nada chorar assim!" disse Alice para si mesma, num tom um tanto áspero. “Eu a aconselho a parar já!”. Em geral dava conselhos muitos bons para si mesma (embora raramente os seguisse), repreendendo-se de vez em quando tão severamente que ficava com lágrimas nos olhos". 









Eu, Álison

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Sobre o Sofrimento

O sentido mais próximo e imediato de nossa vida é o sofrimento, e se não fosse assim, nossa existência seria o maior dos contra sensos, pois é um absurdo imaginar que a dor infinita, que nasce da necessidade essencial à vida, da qual o mundo está pleno, é meramente acidental ou sem sentido. Nossa receptividade para a dor é quase infinita, mas o mesmo não ocorre com nossa receptividade para o prazer, que tem limites estreitos. É a infelicidade em geral que é a regra, embora a infelicidade individual apareça como exceção.

Pois nestes bons tempos não sabemos que infelicidade precisamente agora o destino está nos preparando: doença, perseguição, empobrecimento, mutilação, cegueira, loucura, morte, etc.

Mas, no que concerne aos homens, esse sentimento é um verdadeiro tormento, em especial naquela multidão deplorável daqueles que só pensam em encher o bolso, mas nunca a cabeça, e para os quais precisamente a própria abastança se torna um castigo, por deixá-los à mercê te um tédio mortificante, do qual, para fugir, ora se apressam, ora se arrastam, ora se transferem de um lugar para outro, para, no instante mesmo em que se encontram no novo local, procurar saber a respeito dos recursos deste, do mesmo modo que faria uma pessoa em dificuldades, com relação aos possíveis meios para sair desta má situação.

"Não és meus dono, mas meu demônio, fazendo um inferno a minha curta existência".

Não obstante, ainda sim, todos querem para si uma vida prolongada; por conseguinte aspiram a um estado em que a situação é: "Hoje está mal, amanhã será pior, até que sobrevenha o mal definitivo".

Pois o mundo constitui o inferno, e os homens dividem-se em dois grupos: de um lado ficam os atormentados, e do outro, os demônios.

Porém, não dá para admitir, em absoluto, um tal deus Jeová, que por vontade própria e livremente cria este mundo da necessidade e da miséria, e a seguir congratula-se a si mesmo, dizendo que todas as coisas são belas.

Contudo, opondo-se a uma tal concepção do mundo enquanto a bem sucedida obra de um ser onisciente, clamam demasiadamente forte a miséria (de que o mundo está repleto), e a evidente imperfeição, se não burlesca distorção, daquele que seria o mais perfeito de seus fenômenos, qual seja, o humano, e aqui reside uma dissonância inconciliável. Ao contrário, tanto a miséria quanto a imperfeição confirmam de modo preciso a nossa posição, comprovando-a quando concebemos o mundo como obra de nossa culpa.

O homem tem tantas e tão grandes misérias que, se não fosse incompatível com a religião cristã, ousaria dizer que, se os demônios existem, eles mesmos expiam as penas do crime, transmigrando para os corpos dos homens.

A bela alma, então, da mesma forma que o gênio, por vezes deve se sentir ali como um nobre prisioneiro político, mantido nas galeras, entre criminosos comuns; por essa razão, procurarão, como estes últimos, isolar-se.

Deveríamos ser tolerantes com qualquer tipo de estupidez, falha e vício, pensando que o que está diante de nós é tão somente nossa própria estupidez, falha e vício, já que esses são os erros da humanidade, na qual também nos incluímos, e consequentemente temos também todas as falhas, até mesmo aquelas que nos causam indignação, apenas porque, neste momento, não as manifestamos.







Eu, Álison

sábado, 14 de dezembro de 2013

Metafisica do Amor

Já na troca dos olhares cheios de desejos se ilumina uma vida nova, anuncia-se a individualidade futura, criação completa e harmoniosa. Aspiram a uma união afetiva, a uma fusão em único ser; o ser que vão gerar será o prolongamento da sua existência, a plenitude, e nele as qualidades hereditárias dos pais unidas em um único ser, continuam a viver.

Quando o amor é dirigido a um único ser e atinge grau muito elevado de intensidade, se não puder ser satisfeito, todos os bens do mundo e a própria vida perdem o valor. É uma paixão de uma força inigualável, que não para diante de nenhum sacrifício, e se não conseguir se realizar, pode levar à loucura ou ao suicídio.

Só a espécie tem vida infinita e só ela é capaz de desejos, satisfações e dores infinitos. Mas estes estão encerrados no estreito peito de um mortal - portanto, não é de espantar que ele pareça despedaçar e não conseguir exprimir o pressentimento da delícia ou dor infinitas que o invade.
É justamente essa a fonte de toda poesia erótica de gênero elevado, que eleva-se em metáforas transcendentes que pairam muito acima das coisas terrenas.

Do mesmo modo, a perda da amada, para a morte ou um rival, é também sentida pelo amante enamorado como uma dor maior que todas as outras, precisamente porque é uma dor de natureza transcendente, visto que o atinge não apenas como indivíduo, mas em sua essentia aeterna, na vida da espécie, em cuja vontade e missão ele estava encarregado de realizar.

Essa missão que a vontade, zelando pelos interesses da espécie, impõe ao enamorado, apresenta-se à consciência deste sob a máscara de uma infinita bem aventurança, que seria alcançada na união com a mulher amada. Nos graus supremos da paixão, essa quimera é tão radiante que, se não puder ser realizada, a própria vida perde todo o encanto e torna-se tão isenta de alegria e insípida, que o desgosto causado por ela supera até mesmo o medo da morte; por isso, às vezes, um infeliz põe fim voluntariamente a seus dias.

O indivíduo é, aí, uma vaso por demais frágil para conter o desejo infinito da vontade da espécie concentrada em um objeto determinado. Não tem, então, outra saída senão o suicídio e, por vezes, até o duplo suicídio de ambos os amantes.







Eu, Álison

sábado, 28 de setembro de 2013

A oportunidade de amizade

- Pela primeira vez em muito tempo vejo a possibilidade de amizade. 
- Alguém novo em sua vida?
- Conheci um homem muito parecido comigo. Mesmos hobbies, mesmas visões do mundo. Mas não tenho interesse em ser amigo dele. Estou curioso sobre ele e isto me faz ter curiosidade sobre a amizade.
- A amizade de quem você está considerando?
- Por mais estranho que pareça, um colega e paciente. Não muito diferente de como somos paciente e colega. Falamos sobre ele anteriormente. 
- Will Graham?
- Ele não é como eu. Vemos o mundo de maneiras diferentes. Ainda sim, ele pode ver meu ponto de vista.
- Ao perfilar os criminalmente insanos.
- Tão bom quanto qualquer outra demonstração. Considero reconfortante.
- É bom quando alguém nos enxerga Hannibal. Ou tem a habilidade de nos enxergar. Requer confiança. Confiar é difícil para você.
- Você me ajudou a entender o que quero em uma amizade, e o que não quero.
- Alguém que mereça sua amizade.
- Sim.
- Passou muito tempo construindo muros, Hannibal. É natural querer ver se alguém é inteligente o suficiente para transpô-los.


- Will Graham está perturbado.
- E isso perturba você, além da preocupação profissional por um paciente?
- Eu vejo a loucura dele e quero contê-la, como um vazamento de petróleo. 
- Petróleo é valioso. Qual valor tem a loucura de Will Graham para você?
- Está insinuando que sou mais fascinado pela loucura do que pelo homem?
 -Você é?
- Não. Ele percebeu cedo que via as coisas de um jeito diferente das outras pessoas, sentia coisas diferentes. 
- E você também.
- Eu me vejo no Will.
- Você se vê na loucura dele?
- Loucura pode ser um remédio para o mundo moderno. Você toma moderadamente e é benéfico. 
- Você exagera e pode ter efeitos colaterais indesejados.
- Efeitos colaterais podem ser temporários. Eles podem ser um impulso para nosso sistema imunopsicológico para ajudar a combater crises existenciais da vida normal.
- Will Graham não lhe apresenta problemas da vida normal.
- Não. Ele não apresenta. 
- O que ele lhe apresenta?
- A oportunidade de amizade.
- Ele ainda é seu paciente, Hannibal. A respeito de Will Graham, se você sentir o impulso de se aproximar, você deve se forçar a dar um passo atrás.
- E apenas o assistir perder a cabeça?
- Algumas vezes, tudo o que podemos fazer é assistir...







Eu, Álison

sábado, 31 de agosto de 2013

Olhem o que eu encontrei

“Rimas. Ri mais? Rir, mas de quê? Talvez um quê de queijo, um bê de beijo. Beijo vai, mas bem jovem. Então vem! Nu mesmo, vem nuvem, vem. Mas vem sem. Sem vergonha, sem pudor, sem graça, sem açúcar e sentimento. Se sentir, não vou deixá-lo ir. Sem ir, sem ti, eu não vou a lugar nenhum, nem dois, nem três e nem quartos. Por que mentes? Ah, que mentes não sentiriam saudades doentes… Do ente querido, do ente que queria ter ido, do ente que quase foi. Ufa, e foi por pouco. Já anoiteceu. A noite teceu estrelas, estralos, entranhas e estranhos. A noite teceu trapézios trapezistas, trôpegos, traficantes, trapaceiros e tresloucados. Também temor. Ter amor, amoras, amantes, amarelos… Ah, não. Amá-los ou amar elos? Meio a meio, meio fio, meio feio, meio feito. Essa história meio fora de hora de novo? Sim. De novo, de novo e de manhã, de tarde, de velho, de ontem, de frente, defronte e de ré. Ré é renascer renascentista, iluminista, sulista, turista, budista, autista. Artista? Mundano! Mundo mudo muda mudas. Mudas de gente descrente, descontente, demente, indecente, decadente, ai! Dor de dente, dor de gente. E quem cura? Loucura.”








Eu, Álison

É Nietzsche

"E aqueles que foram vistos dançando foram julgados loucos por aqueles que não podiam ouvir a música."

"É certo que sou uma selva e uma noite escura cheia de árvores, contudo aquele que não temer a minha obscuridade encontrará, sob os meus ciprestes, caminhos de rosas."





Eu, Álison

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Não passa de insanidade

A loucura já está na mente,
Apenas desperta a incompetente,
de forma indecente!
Talvez em mim, em muita gente…
Passa por mim ou por outrem,
como se não passa-se por ninguém.
Com razão se tolera, é uma fera
que nasce de muita espera
por algo que não se tem
e um dia já se teve…
E o que se têm na realidade,
Não passa de Insanidade…






Eu, Álison

domingo, 25 de agosto de 2013

Se me perguntassem



Se o que eu estava sentindo naquele dia era saudade ou tristeza, eu não ia saber dizer. Eu nem ao menos sei se estava sentindo alguma coisa. Acho que eu só me sentei e deixei que algum tipo de torpor me preenchesse, uma dormência interna, enquanto tudo aquilo girava dentro da minha cabeça.






Eu, Álison

sábado, 17 de agosto de 2013

Sobre aquilo que todo mundo vê


No momento em que se alegrar em si mesmo, toda a existência se alegra em si. Terá, então, alcançado a sintonia com a dança harmoniosa que acontece ao seu redor. Só o homem se desfez em pedaços, e o motivo por que se desfez tem que ver com o fato de querer ser especial. Se quiser ser especial, terá de aceitar algum tipo de loucura.






Eu, Álison

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Para além da condição humana

É um ser que não tem ansiedade em viver a vida. Ele a vive. Ele passa por coisas ruins e também passa por coisas boas, mas ele não foge da vida. Ele vive a vida.








Eu, Álison

sábado, 4 de maio de 2013

domingo, 31 de março de 2013

Mas não só por ela




E sendo jovem e mergulhado na loucura, eu me apaixonei pela melancolia - E. A. P.




Eu, Álison


O preço a pagar

"Não há nenhum grande gênio sem algum traço de loucura" - Sêneca

"Todo o homem de gênio vê o mundo de um ângulo diferente do de seus contemporâneos, e aí está sua tragédia" - Havelock Ellis

"Não conheci homem de gênio que não tivesse de pagar em aflição ou defeito, físico ou espiritual, o que os deuses lhe concederam" - Max Beerbohn






Eu, Álison