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quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Não passa de insanidade

A loucura já está na mente,
Apenas desperta a incompetente,
de forma indecente!
Talvez em mim, em muita gente…
Passa por mim ou por outrem,
como se não passa-se por ninguém.
Com razão se tolera, é uma fera
que nasce de muita espera
por algo que não se tem
e um dia já se teve…
E o que se têm na realidade,
Não passa de Insanidade…






Eu, Álison

sábado, 13 de julho de 2013

Até quando?

Até quando estarão nossos olhos fechados?
Até quando estarão nossos punhos cerrados?
Até quando estarão nossos braços cruzados?







Eu, Álison

sábado, 11 de maio de 2013

Das duas, uma

Ou de uma incompetência incomensurável ou de um mal caratismo abjeto. Ou talvez seja as duas coisas, juntas pela fraqueza generalizada em que as coisas se comportam.







Eu, Álison

domingo, 20 de maio de 2012

É difícil

Você ver uma pessoa sofrendo e ouvir dessa mesma pessoa que ela não quer a sua ajuda.
Mas o difícil mesmo é ver uma pessoa sofrendo e ela pedir sua ajuda, mas você ser incapaz de dá-la.








Eu, Álison

domingo, 4 de março de 2012

Revolta inútil

Então parece que as pessoas só querem se revoltar por motivos adversos, por motivos que não fazem a menor diferença, porque afinal de contas, se revoltar por coisas pífias você não precisa se dar ao trabalho de fazer porra nenhuma.





Eu, Álison

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Cuidado crianças

Quando eu era pequeno eu olhava um desenho chamado Dragon Ball Z (e ainda olharia se passasse na TV). A moral do desenho é os personagens que têm poderes lutarem contra os outros personagens que são do mal. E nele tem chute, pontapé, sangue, as pessoas se machucam, matam umas as outras, mas mesmo assim eu nunca quis sair na rua e fazer igual.

Hoje em dia as crianças olham Ursinhos Carinhosos e depois saem dando pontapé em qualquer um e vão pras escolas com uma arma dar tiro pra todo lado. Aí vão dizer que os desenhos são violentos e que fazem mal pra cabeça das crianças. Isso é o cúmulo! Não fazem mal nada, eu olhava um desenho muito mais violento e hoje sou normal, nunca quis sair matando as pessoas e nunca quis dar um Kamehameha na minha professora. Ser violento ou não depende da criança e de como ela é criada. Se ela souber que é só um desenho (como eu sabia quando era pequeno), não vai acontecer nada. Ela não vai querer imitar o que vê, vai se divertir com o desenho e vai ser uma criança como qualquer outra. O mesmo vale para jogos de vídeo game e computador e músicas com letras diferentes.

É muito mais fácil para um pai colocar a culpa no desenho do que assumir a sua incompetência.




Eu, Álison