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quinta-feira, 25 de julho de 2013

Pais e filhos

Os pais são os exemplos dos filhos e suas atitudes podem ter um impacto positivo ou negativo na formação da personalidade e identidade social da criança. Por isso, de acordo com o pediatra Marcelo Reibscheid, do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo, existem algumas coisas que jamais devem ser ditas às crianças ou faladas na frente delas. Veja quais são:

1 – Não rotule seu filho de pestinha, chato, lerdo ou outro adjetivo agressivo, mesmo que de brincadeira. Isso fará com que ele se torne realmente isso.
2 – Não diga apenas sim. Os 'nãos' e 'porquês' fazem parte da relação de amizade que os pais querem construir com os filhos.
3 – Não pergunte à criança se ela quer fazer uma atividade obrigatória ou ir a um evento indispensável. Diga apenas que agora é a hora de fazer.
4 – Não mande a criança parar de chorar. Se for o caso, pergunte o motivo do choro ou apenas peça que mantenha a calma, ensinando assim a lidar com suas emoções.
5 – Não diga que a injeção não vai doer, porque você sabe que vai doer. A menos que seja gotinha, diga que será rápido ou apenas uma picadinha, mas não engane.
6 – Não diga palavrões. Seu filho vai repetir as palavras de baixo calão que ouvir.
7 – Não ria do erro da criança. Fazer piada com mau comportamento ou erros na troca de letras pode inibir o desenvolvimento saudável.
8 – Não diga mentiras. Todos os comportamentos dos pais são aprendidos pelos filhos e servem de espelho.
9 – Não diga que foi apenas um pesadelo e mande voltar para a cama. As crianças têm dificuldade de separar o mundo real do imaginário. Quando acontecer um sonho ruim, acalme seu filho e leve-o para a cama, fazendo companhia até dormir.
10 – Nunca diga que vai embora se não for obedecido. Ameaças e chantagens nunca são saudáveis.








Eu, Álison

quinta-feira, 15 de março de 2012

Idiotas mais Idiotas

Eu queria pedir às pessoas idiotas, que elas se casem com pessoas que também são idiotas e que tenham filhos ainda mais idiotas. Porque assim, vai chegar uma hora, vai chegar um ponto da evolução, em que essas pessoas vão parar de existir, porque elas vão ser tão idiotas, tão idiotas, que eles não vão mais conseguir perpetuar a espécie. Então, por favor, continuem se juntando só com idiotas, para a seleção natural poder dar um adianto.





Eu, Álison

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Ira

Quis intervir pela última vez. No entanto, apenas interpelei o capitão Nemo, e ele respondeu-me, impondo-me silêncio:
- Eu sou o direito, eu sou a justiça! Sou o oprimido e ali está o opressor! Por ação dele, tudo que amei, idolatrei, venerei, pátria, mulher, filhos, meu pai, minha mãe, tudo vi perecer! Tudo quanto odeio está ali! Cale-se!


Trecho de "Vinte Mil Léguas Submarinas", de Julio Verne


Eu, Álison

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Cuidado crianças

Quando eu era pequeno eu olhava um desenho chamado Dragon Ball Z (e ainda olharia se passasse na TV). A moral do desenho é os personagens que têm poderes lutarem contra os outros personagens que são do mal. E nele tem chute, pontapé, sangue, as pessoas se machucam, matam umas as outras, mas mesmo assim eu nunca quis sair na rua e fazer igual.

Hoje em dia as crianças olham Ursinhos Carinhosos e depois saem dando pontapé em qualquer um e vão pras escolas com uma arma dar tiro pra todo lado. Aí vão dizer que os desenhos são violentos e que fazem mal pra cabeça das crianças. Isso é o cúmulo! Não fazem mal nada, eu olhava um desenho muito mais violento e hoje sou normal, nunca quis sair matando as pessoas e nunca quis dar um Kamehameha na minha professora. Ser violento ou não depende da criança e de como ela é criada. Se ela souber que é só um desenho (como eu sabia quando era pequeno), não vai acontecer nada. Ela não vai querer imitar o que vê, vai se divertir com o desenho e vai ser uma criança como qualquer outra. O mesmo vale para jogos de vídeo game e computador e músicas com letras diferentes.

É muito mais fácil para um pai colocar a culpa no desenho do que assumir a sua incompetência.




Eu, Álison