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sábado, 28 de setembro de 2013

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Pais e filhos

Os pais são os exemplos dos filhos e suas atitudes podem ter um impacto positivo ou negativo na formação da personalidade e identidade social da criança. Por isso, de acordo com o pediatra Marcelo Reibscheid, do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo, existem algumas coisas que jamais devem ser ditas às crianças ou faladas na frente delas. Veja quais são:

1 – Não rotule seu filho de pestinha, chato, lerdo ou outro adjetivo agressivo, mesmo que de brincadeira. Isso fará com que ele se torne realmente isso.
2 – Não diga apenas sim. Os 'nãos' e 'porquês' fazem parte da relação de amizade que os pais querem construir com os filhos.
3 – Não pergunte à criança se ela quer fazer uma atividade obrigatória ou ir a um evento indispensável. Diga apenas que agora é a hora de fazer.
4 – Não mande a criança parar de chorar. Se for o caso, pergunte o motivo do choro ou apenas peça que mantenha a calma, ensinando assim a lidar com suas emoções.
5 – Não diga que a injeção não vai doer, porque você sabe que vai doer. A menos que seja gotinha, diga que será rápido ou apenas uma picadinha, mas não engane.
6 – Não diga palavrões. Seu filho vai repetir as palavras de baixo calão que ouvir.
7 – Não ria do erro da criança. Fazer piada com mau comportamento ou erros na troca de letras pode inibir o desenvolvimento saudável.
8 – Não diga mentiras. Todos os comportamentos dos pais são aprendidos pelos filhos e servem de espelho.
9 – Não diga que foi apenas um pesadelo e mande voltar para a cama. As crianças têm dificuldade de separar o mundo real do imaginário. Quando acontecer um sonho ruim, acalme seu filho e leve-o para a cama, fazendo companhia até dormir.
10 – Nunca diga que vai embora se não for obedecido. Ameaças e chantagens nunca são saudáveis.








Eu, Álison

domingo, 13 de janeiro de 2013

Acho que ela falava sério...

Ao regressar da casa de um amigo, Hannah Bond, de 13 anos, disse a seus pais que queria se matar, que lhe responderam "Larga mão de ser boba menina".



A adolescente foi encontrada pendurada em um beliche uma hora após sua advertência.






Eu, Álison

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Parece brincadeira

Mas não é.
Você, com certeza, já ouviu falar de bullying e também sabe do que se trata. Mas apesar de você saber o que é não deve dar muita importância, a não ser que você ou um conhecido seu tenha passado por alguma situação desse tipo. O bullying praticado através da internet é conhecido como cyberbullying, e é desse tipo que quero comentar.
Você deve achar isso uma bobagem e pensar que as pessoas que sofrem bullying só estão se fazendo de vítimas, mas não é bem assim. Como um caso de bastante destaque cito Megan Meier, uma menina de 13 anos e que sofreu cyberbullying por parte de um grupo de pessoas lideradas pela ex-amiga de sua mãe através da rede MySpace, em que foi criado uma história falsa envolvendo a menina. Essa mulher sabia que Megan tinha depressão, mas mesmo assim não desistiu de pôr em prática seu plano. Eu digo que ela "sofreu" e não "sofre" porque agora ela não pode mais ser alvo desse tipo covarde de atitude. Megan Meier cometeu suicídio por enforcamento com apenas 13 anos de idade. Enquanto pessoas dessa faixa etária não fazem ideia do que é sofrimento, essa menina já tinha chegado ao limite.
Espero que casos assim sirvam de lição para que as pessoas aprendam a não brincar com os outros e com o que eles sentem, porque pode acontecer como essa menina e terminar de uma maneira lamentável. Não imagino o que a família deve ter passado e, principalmente, não imagino o que a menina deve ter sentido antes de fazer o que fez, mas acredito que foi algo, no mínimo, torturante.
Eu não quero dar lição de moral em ninguém, só espero que isso faça as pessoas pensarem um pouco mais antes de fazerem o que fazem.

Dia 16 de outubro, Megan Meier recebeu uma mensagem dizendo: "O mundo seria melhor sem você". Nesse mesmo dia ela cometeu suicídio. E, infelizmente, as pessoas sabem que existe remédio para tudo... Mas não existe remédio para a morte.




Eu, Álison

quinta-feira, 19 de julho de 2012