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sábado, 16 de agosto de 2014

Fora da caixa

"A inteligência é o que você usa quando não sabe o que fazer". - Jean Piaget







Eu, Álison

Deveria pensar primeiro

Portanto, cada um deveria preocupar-se unicamente em formular juízos verdadeiros. Para isto, deveria pensar primeiro e falar depois. Mas, na maioria das pessoas, à vaidade inata associa-se a verborragia e uma inata deslealdade.
 






Eu, Álison

sábado, 5 de abril de 2014

Beautiful things

Every day I discover
more and more
beautiful things.
It’s enough to drive one mad.
I have such a desire
to do everything,
my head is bursting with it.







Eu, Álison

sábado, 13 de julho de 2013

É sempre limitada



O mais importante é: o mundo não é simples de entender; não temos conhecimento dele: temos apenas uma pequena parcela de conhecimento, e nossa visão é sempre limitada, condicionada e, provavelmente, errada. Minha visão do mundo é aquilo que eu consigo perceber.






Eu, Álison

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Tristemente sábio

A Loucura é para o louco uma fonte de alegria. Quanto mais aumentamos nossos conhecimentos, mais triste tornamos nossa condição, e, numa alma em que há muito bom senso, há também muitos motivos de descontentamento.
A tristeza mora no coração dos sábios, e a alegria no coração dos loucos.


"Dediquei-me a conhecer não somente a prudência e a doutrina, mas também os erros e a loucura". - Salomão





Eu, Álison

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Leonardo e Freud VI - O Final

Foi assim que se tornou o primeiro cientista natural moderno e uma abundância de descobertas e de ideias sugestivas recompensaram sua coragem de ter sido o primeiro homem, desde o tempo dos gregos, a indagar os segredos da natureza baseando-se unicamente na observação e em seu próprio julgamento.
“Os homens falarão com homens que nada percebem, que têm olhos abertos, mas que nada veem; falarão com eles e não terão resposta; implorarão as graças daqueles que têm orelhas, mas nada ouvem; acenderão luzes para quem é cego.”
Isto é lastimável, pois assim sacrificam a verdade em beneficio de uma ilusão, e por causa de suas fantasias infantis abandonam a oportunidade de penetrar nos mais fascinantes segredos da natureza humana.
O próprio Leonardo, com seu amor à verdade e sua sede de conhecimento, não desencorajaria qualquer tentativa de descobrir o que determinava seu desenvolvimento mental e intelectual, tomando como ponto de partida as peculiaridades triviais e os enigmas de sua natureza.
Não podemos conhecer direito as circunstâncias de sua hereditariedade; verificamos, por outro lado, que as circunstâncias acidentais de sua infância tiveram sobre ele um efeito profundo e perturbador. O instinto de ver e o de saber foram os mais fortemente excitados pelas impressões mais remotas de sua infância.
Leonardo surge da obscuridade de sua infância como artista, pintor e escultor devido a um talento especifico que foi reforçado, provavelmente, nos primeiros anos de sua infância pelo precoce despertar do seu instinto escoptofílico.
Antes disso, seu intelecto se elevara até o mais alto grau da realização formulando uma concepção do mundo que de muito ultrapassou sua época.
Parece, em todo caso, que somente um homem que tivesse passado pelas experiências infantis de Leonardo poderia ter pintado a Mona Lisa, ter acarretado um destino tão melancólico para suas obras e ter embarcado numa carreira tão extraordinária de cientista.





Eu, Álison

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Leonardo e Freud III

De um homem que consegue chegar até o conhecimento não se poderá dizer que ama ou odeia; situa-se além do amor e do ódio. Terá pesquisado em vez de amar. As tormentosas paixões de uma natureza, que inspiram e que esgotam, paixões que foram, para outros, fonte de experiências mais plenas, parecem não o haver atingido.
Um homem que começou a vislumbrar a grandeza do universo com todas as suas complexidades e suas leis, esquece facilmente sua própria insignificância. Perdido de admiração e cheio de verdadeira humildade, facilmente esquece ser, ele próprio, uma parte dessas forças ativas e que, de acordo com a medida de sua própria força, terá um caminho aberto diante de si para tentar alterar uma pequena parcela do curso preestabelecido para o mundo – um mundo em que as menores coisas são tão importantes e extraordinárias quanto o são as coisas grandiosas.
Suas investigações estenderam-se praticamente a quase todos os ramos da ciência natural e em cada um deles foi um descobridor ou, pelo menos, um profeta pioneiro. No entanto, sua ânsia de conhecimento foi sempre dirigida ao mundo exterior; qualquer coisa o afastava da investigação da alma humana. Na “Academia Vinciana”, para a qual desenhou alguns emblemas habilmente entrelaçados, pouco lugar havia para a Psicologia.
Depois da pesquisa, quando tentou voltar ao seu ponto de partida, o exercício da sua arte, sentiu-se perturbado pelo novo rumo de seus interesses e pela mudança na natureza de sua atividade mental.
Depois de esforços exaustivos para exprimir numa obra de arte tudo o que tinha em seu pensamento com relação a ela, era forçado a desistir, deixando-a inacabada ou declarando-a incompleta. O artista usara o pesquisador para servir à sua arte; agora o servo tornou-se mais forte que o seu senhor e o dominou.
Ele lia muito e o seu interesse estendia-se a todos os ramos da literatura e do saber.






Eu, Álison

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

quinta-feira, 15 de março de 2012

Dedicatória




Além de ganhar um livro fantástico, eu ganho isso:

"Ao grande Álison que em muito me proporcionou vastas discussões sobre assuntos que ninguém ousa falar e que sabe me fazer rir com meias palavras.
A um grande amigo de longa data que espero que continue assim.
Leia este livro com redobrada atenção e mente aberta.

Um grande abraço para um gigante."

Lucas N.
14/3/2012


Só digo uma coisa: Se eu sou gigante, quem me deu o livro é quase Thor.




Eu, Álison

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Sempre mais

"Era incansável ao observar e insaciável ao aprender. Propunha-se continuamente novas indagações, mas dava a impressão que as queria absorver apenas para si."





Eu, Álison

terça-feira, 12 de julho de 2011

E se... 2

E se arte fosse ilusão?
E se o homem mais poderoso do mundo fosse negro?
E se o petróleo acabasse agora?
E se o universo tivesse 11 dimensões?
E se...

Questione
Descubra
Mude

O conhecimento é irresistível.








Eu, Álison

E se...

E se as cabeças fossem quadradas?
E se bastassem três acordes?
E se ciência e religião fizessem as pazes?
E se fosse possível prever o futuro?
E se...

Questione
Descubra
Mude

O conhecimento é irresistível.








Eu, Álison