Eu, Álison
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sábado, 6 de outubro de 2012
Diferentemente belo
A beleza, a ideia de que o que é belo é perfeito é que tem que ser mudada. A gente precisa de uma nova estética, em que algo ligeiramente assimétrico e imperfeito que é o belo.
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
É por isso que eu estudo
Esse é o motivo pelo qual estou sempre lendo. Você pode descobrir coisas incríveis que nem imaginava serem possíveis. Esses são três trechos de um livro que estou lendo sobre Física.
"Existem duas outras consequências do segundo postulado de Einstein que contradizem o nosso bom senso. Elas são conhecidas, respectivamente, como dilatação temporal e contração espacial. Basicamente, afirmam que um relógio em movimento bate mais lentamente do que um relógio em repouso, e que um bastão encolhe na direção de seu movimento. No limite em que o relógio e o bastão se movem com a velocidade da luz, o tempo para (o intervalo entre um "tique" e um "taque" se torna infinitamente longo) e o bastão desaparece."
"Essa é a famosa dualidade onda-partícula da luz; a luz pode se comportar como onda ou como partícula, dependendo da natureza do experimento. Se o experimento testar suas propriedades ondulatórias, como padrões de interferências, a luz se manifestará como onda; e se o experimento testar suas propriedades de partícula, como colisões com outras partículas, a luz se comportará como partícula. Portanto, a luz não é partícula ou onda, mas, de certa forma, ambas! Tudo depende de como nós decidimos investigar suas propriedades."
"Onda e partícula são duas formas complementares de existência, que se manifestam apenas após o objeto quântico ter entrado em contato com o observador. Antes desse contato, o objeto quântico não é nem partícula nem onda. De fato, antes do contato, não podemos nem mesmo dizer se o objeto existe ou não."
"Existem duas outras consequências do segundo postulado de Einstein que contradizem o nosso bom senso. Elas são conhecidas, respectivamente, como dilatação temporal e contração espacial. Basicamente, afirmam que um relógio em movimento bate mais lentamente do que um relógio em repouso, e que um bastão encolhe na direção de seu movimento. No limite em que o relógio e o bastão se movem com a velocidade da luz, o tempo para (o intervalo entre um "tique" e um "taque" se torna infinitamente longo) e o bastão desaparece."
"Essa é a famosa dualidade onda-partícula da luz; a luz pode se comportar como onda ou como partícula, dependendo da natureza do experimento. Se o experimento testar suas propriedades ondulatórias, como padrões de interferências, a luz se manifestará como onda; e se o experimento testar suas propriedades de partícula, como colisões com outras partículas, a luz se comportará como partícula. Portanto, a luz não é partícula ou onda, mas, de certa forma, ambas! Tudo depende de como nós decidimos investigar suas propriedades."
"Onda e partícula são duas formas complementares de existência, que se manifestam apenas após o objeto quântico ter entrado em contato com o observador. Antes desse contato, o objeto quântico não é nem partícula nem onda. De fato, antes do contato, não podemos nem mesmo dizer se o objeto existe ou não."
Eu, Álison
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Esse é Newton
Será possível enxergarmos a importância do legado científico
de Newton? Certamente não; pois é consenso geral que, das obras que são parte
da história intelectual da humanidade, pouquíssimas deixaram uma marca tão profunda
quanto a de Newton.
O gênio de Newton não conhecia fronteiras. Seu apetite pelo
saber transcendia o estudo do que hoje chamamos de ciência. Talvez ele tenha
devotado mais tempo aos seus estudos em Alquimia e Teologia, investigando detalhadamente
questões que incluíam desde a transmutação dos elementos até a cronologia de episódios
bíblicos e a natureza da Santíssima Trindade.
A história desse “rapaz pensador, sombrio e silencioso”
começa no dia de Natal de 1642, no solar de Woolsthorpe, em Lincolnshire.
O fraco Isaac nasceu sem pai e estava prestes a perder também
sua mãe. A partida da mãe deixou um vazio emocional que iria perseguir Newton pelo
resto de sua vida. Sua frustração emocional ficaria para sempre trancafiada em
seu interior, sua energia sobre-humana dedicada a uma furiosa e obsessiva
devoção ao seu trabalho criativo.
Apesar de eu não ter a pretensão de compreender os segredos
da mente de Newton, é certo que sua frustração e sua raiva irão influenciá-lo
profundamente por toda a vida. Ele tornou-se um homem amargo e torturado,
desconfiado de tudo e todos, sempre à beira de uma crise nervosa.
Quando Newton trabalhava num problema, o mundo à sua volta
deixava de existir. Sua concentração era tamanha que até se esquecia de comer,
beber ou dormir, apenas cedendo aos gritos de desespero de seu corpo com muita relutância.
Ele apenas trabalhava. Enquanto a maioria dos cientistas consegue focar sua
atenção num problema por apenas alguns instantes, Newton o fazia por horas ou
até dias sem interrupção. Dotado de um incrível poder de concentração, uma
intuição genial, uma devoção obsessiva e uma enorme habilidade matemática, ele
tinha todos os ingredientes necessários para garantir seu sucesso como cientista;
porém ele tinha ainda muito mais do que apenas os ingredientes necessários.
Ele era um individuo multidimensional, que tentou entender o
mundo ao seu redor através de vários caminhos.
[...] Durante esses dois anos, o gênio de Newton explodiu com uma
intensidade quase sobre-humana. Mas a originalidade e a enorme quantidade de
ideias que brotaram de sua mente em tão curto período de tempo é realmente incrível.
Trechos de "A Dança do Universo", de Marcelo Gleiser.
Eu, Álison
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