Eu, Álison
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domingo, 6 de julho de 2014
Por incrível que pareça
Essas imagens não são fotos. É difícil de acreditar, mas são pinturas. A primeira imagem é um detalhe de "O Retábulo de Ghent", pintado em 1432 pelos irmãos van Eyck. A segunda é um detalhe do retrato de "Eleonora de Toledo com seu filho", pintado em 1544 por Agnolo Bronzino. A terceira é um detalhe do retrato de "Senhora Frances Hesketh", pintado em 1769 por Joseph Wright. O quarto é um detalhe do retrato de "Maria Magdalena da Áustria" pintado em 1603 por Frans Pourbus II. E o último é um detalhe de "Retrato de Maria Trip", pintado em 1639 por Rembrandt. Na primeira vez em que vi essas imagens pensei que tivessem sido tiradas por algum fotógrafo, mas quando fui procurar mais descobri que eram pinturas. Elas dão a impressão de que se você chegar perto e olhar bem vai conseguir ver elas respirando de tão reais que são.
terça-feira, 15 de abril de 2014
Bravo como um leão
Esse é o significado de seu nome. Do alemão Leonhard. Se estivesse vivo, Leonardo da Vinci completaria hoje, 15 de abril, 562 anos de vida. Bem, de certo modo ele não morreu, pois, apesar de ter vivido apenas 67 anos e sua sepultura ter sido destruída durante a Revolução Francesa, a grandeza que torna quase impossível que uma pessoa acredite em tudo que ele fez e tudo que ele sabia não diminuiu em nada desde sua morte no início do século XVI.
Admiro pessoalmente Leonardo da Vinci. Não porque ele era um gênio excepcional, pois todas as pessoas deveriam admirá-lo por isso. O que me deixa sem palavras e o que me fascina no Leonardo não a sabedoria em si, mas a vontade de querer saber. Por exemplo, o Leonardo sabia matemática, sabia música, sabia botânica, sabia geologia, sabia física, sabia astronomia, apesar de, como pintor, não precisar saber nada a respeito de nenhuma dessas ciências. Mas ele sabia. Não só sabia como dominava. Mas para ele não era uma questão de "Preciso saber isso porque meu emprego exige" ou "Vou ler sobre aquilo, pois assim posso exercer minha profissão de forma mais eficiente". Nada disso. Ele estudava pelo simples ato de estudar. Não era uma questão de aprender para exercer manualmente o que foi aprendido. Não havia necessidade de nenhum fim prático. A única finalidade era engrandecer a si mesmo. Engrandecer seu espírito. E ele fez isso durante a vida tida. Começou quando era apenas uma criança que morava no campo, desenhando tudo que via, até sua morte em 1519. Apesar das pinturas que tinha de realizar, das viagens que tinha de fazer, dos projetos que tinha que criar, durante sua vida Leonardo da Vinci escreveu nada menos do que 13.000 páginas sobre absolutamente todos os assuntos que alguém possa imaginar. Ele tinha um compromisso consigo próprio, ou, como ele mesmo escreveu (sempre em terceira pessoa): "Não conte com ele, pois ele tem uma obra a realizar que lhe tomará a vida inteira". Sobre a Mona Lisa, A Última Ceia e todos os outros quadros do Leonardo, eu acho desnecessário comentar alguma coisa. A genialidade está estampada em cada centímetro de cada obra inigualável que ele pintou.
Na página "Eu, Leonardo" coloquei outros textos sobre ele, trechos da biografia, frases, citações de algum livro, enfim, pode haver algo que lhe interesse. E só por curiosidade, escolhi esse nome para a página porque era assim que o Leonardo assinava suas obras. Ele não usava o sobrenome "da Vinci". Escrevia apenas "Io, Leonardo". Se prestarem atenção, em todas as postagens que faço escrevo "Eu, Álison", em referência à maneira como Leonardo assinava. Afinal, se eu devo escolher alguém a quem imitar, escolho o homem que foi o topo da humanidade.
Eu lhe deixo os meus parabéns Leonardo, onde quer que esteja, e espero que minha admiração por ti possa me fazer uma pessoa melhor.
Admiro pessoalmente Leonardo da Vinci. Não porque ele era um gênio excepcional, pois todas as pessoas deveriam admirá-lo por isso. O que me deixa sem palavras e o que me fascina no Leonardo não a sabedoria em si, mas a vontade de querer saber. Por exemplo, o Leonardo sabia matemática, sabia música, sabia botânica, sabia geologia, sabia física, sabia astronomia, apesar de, como pintor, não precisar saber nada a respeito de nenhuma dessas ciências. Mas ele sabia. Não só sabia como dominava. Mas para ele não era uma questão de "Preciso saber isso porque meu emprego exige" ou "Vou ler sobre aquilo, pois assim posso exercer minha profissão de forma mais eficiente". Nada disso. Ele estudava pelo simples ato de estudar. Não era uma questão de aprender para exercer manualmente o que foi aprendido. Não havia necessidade de nenhum fim prático. A única finalidade era engrandecer a si mesmo. Engrandecer seu espírito. E ele fez isso durante a vida tida. Começou quando era apenas uma criança que morava no campo, desenhando tudo que via, até sua morte em 1519. Apesar das pinturas que tinha de realizar, das viagens que tinha de fazer, dos projetos que tinha que criar, durante sua vida Leonardo da Vinci escreveu nada menos do que 13.000 páginas sobre absolutamente todos os assuntos que alguém possa imaginar. Ele tinha um compromisso consigo próprio, ou, como ele mesmo escreveu (sempre em terceira pessoa): "Não conte com ele, pois ele tem uma obra a realizar que lhe tomará a vida inteira". Sobre a Mona Lisa, A Última Ceia e todos os outros quadros do Leonardo, eu acho desnecessário comentar alguma coisa. A genialidade está estampada em cada centímetro de cada obra inigualável que ele pintou.
Na página "Eu, Leonardo" coloquei outros textos sobre ele, trechos da biografia, frases, citações de algum livro, enfim, pode haver algo que lhe interesse. E só por curiosidade, escolhi esse nome para a página porque era assim que o Leonardo assinava suas obras. Ele não usava o sobrenome "da Vinci". Escrevia apenas "Io, Leonardo". Se prestarem atenção, em todas as postagens que faço escrevo "Eu, Álison", em referência à maneira como Leonardo assinava. Afinal, se eu devo escolher alguém a quem imitar, escolho o homem que foi o topo da humanidade.
Eu lhe deixo os meus parabéns Leonardo, onde quer que esteja, e espero que minha admiração por ti possa me fazer uma pessoa melhor.
"Que o teu orgulho e objetivo consistam em pôr no teu trabalho algo que se assemelhe a um milagre". - Leonardo da Vinci
Eu, Álison
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sábado, 12 de abril de 2014
Vital
"Eu acho que o processo criativo de cada pessoa nasce da necessidade vital de você querer mostrar ao mundo alguma coisa".
Eu, Álison
Eu, Álison
sábado, 15 de março de 2014
Um excêntrico?
- Theo, o que sou eu aos olhos das outras pessoas?
- "O que sou eu aos olhos das outras pessoas? Um nada? Um excêntrico? Uma pessoa desagradável? Alguém que não tem lugar na sociedade e jamais terá. Em resumo, o mais baixo de todos. Muito bem então. Mesmo que isso fosse totalmente verdade, um dia eu gostaria de mostrar, com meu trabalho, o que um nada, o que um ninguém, tem em seu coração. Com um aperto de mão, sempre seu. Vincent".
- "O que sou eu aos olhos das outras pessoas? Um nada? Um excêntrico? Uma pessoa desagradável? Alguém que não tem lugar na sociedade e jamais terá. Em resumo, o mais baixo de todos. Muito bem então. Mesmo que isso fosse totalmente verdade, um dia eu gostaria de mostrar, com meu trabalho, o que um nada, o que um ninguém, tem em seu coração. Com um aperto de mão, sempre seu. Vincent".
Eu, Álison
terça-feira, 4 de março de 2014
Um único coração
Como acreditava que um pintor não deveria ter vida pessoal, Edgar Degas nunca se casou, explicando que "existe o amor e existe o trabalho, mas temos apenas um único coração". Passou os últimos 20 anos de sua vida isolado e morreu em Paris, em 27 de setembro de 1917.
Eu, Álison
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
domingo, 7 de julho de 2013
Fazendo algo novo
Há momentos em que precisamos nos posicionar contrariamente, numa atitude bem radical, se quisermos ser coerentes conosco mesmo; não se constrói o mundo, de maneira nenhuma, com meios termos; não se cria de maneira genial contemporizando com uma estética anterior. A pessoa que realmente cria é aquela que tem a convicção de que está fazendo algo novo, e para fazer algo novo é necessário contestar o antigo, por muito bom que seja.
Eu, Álison
domingo, 26 de maio de 2013
Arte plena
Imagine isso: Um pintor seleciona uma mulher e irá usá-la como modelo para pintar um quadro que foi encomendado a ele. Depois de pensar um pouco, decide como ele será. A mulher do quadro estará sentada em uma cadeira com uma mão sobre a outra, terá roupas de época, cabelo comprido e um véu sobre ele. Ela estará com o rosto suavemente inclinado para a esquerda e terá um leve sorriso no rosto. No fundo, ao longe, ele fará uma paisagem com rios e montanhas. Ele o pinta e entrega a seu cliente. Pronto, seu trabalho está concluído. Resultado: o retrato de uma mulher.
Agora imagine outro pintor: Ele vai escolher uma mulher e irá usá-la como modelo para que pinte um quadro que foi encomendado a ele. Depois de pensar um pouco, ele decide como será sua pintura. A mulher do quadro estará sentada em uma cadeira com uma mão sobre a outra, terá roupas de época, cabelo comprido e um véu sobre ele. Ela estará com o rosto suavemente inclinado para a esquerda e terá um leve sorriso no rosto. No fundo, ao longe, ele fará uma paisagem, com rios e montanhas. Ele o pinta e entrega a seu cliente. Pronto, seu trabalho está concluído. Resultado: a Mona Lisa.
Então você pergunta: "Se as descrições são idênticas, por que um pintou um quadro comum e outro pintou a Mona Lisa?". A resposta é que o primeiro é um pintor e o segundo é um artista. Isso que é a Arte. O segundo seguiu a mesma definição do primeiro, mas pintou uma obra muito superior. Aí está a diferença. Arte é você fazer o que todos fazem, mas de um jeito que ninguém pode fazer. O primeiro simplesmente pintou. O segundo deixou que seu talento pintasse em seu lugar, e apesar deste dispor da mesma definição daquele, ele fez algo único e que ninguém pode igualar, diferentemente do primeiro, que teria seu trabalho facilmente copiado por outro pintor.
Conseguir fazer alguma coisa sem igual é muito difícil, por isso apenas um pequeno grupo de pessoas consegue, mas se você atinge esse patamar, se torna uma pessoa especial que faz coisas que ninguém mais faz.
Agora imagine outro pintor: Ele vai escolher uma mulher e irá usá-la como modelo para que pinte um quadro que foi encomendado a ele. Depois de pensar um pouco, ele decide como será sua pintura. A mulher do quadro estará sentada em uma cadeira com uma mão sobre a outra, terá roupas de época, cabelo comprido e um véu sobre ele. Ela estará com o rosto suavemente inclinado para a esquerda e terá um leve sorriso no rosto. No fundo, ao longe, ele fará uma paisagem, com rios e montanhas. Ele o pinta e entrega a seu cliente. Pronto, seu trabalho está concluído. Resultado: a Mona Lisa.
Então você pergunta: "Se as descrições são idênticas, por que um pintou um quadro comum e outro pintou a Mona Lisa?". A resposta é que o primeiro é um pintor e o segundo é um artista. Isso que é a Arte. O segundo seguiu a mesma definição do primeiro, mas pintou uma obra muito superior. Aí está a diferença. Arte é você fazer o que todos fazem, mas de um jeito que ninguém pode fazer. O primeiro simplesmente pintou. O segundo deixou que seu talento pintasse em seu lugar, e apesar deste dispor da mesma definição daquele, ele fez algo único e que ninguém pode igualar, diferentemente do primeiro, que teria seu trabalho facilmente copiado por outro pintor.
Conseguir fazer alguma coisa sem igual é muito difícil, por isso apenas um pequeno grupo de pessoas consegue, mas se você atinge esse patamar, se torna uma pessoa especial que faz coisas que ninguém mais faz.
Eu, Álison
domingo, 14 de abril de 2013
É arte
Os quadros a seguir são de uma artista chamada Silvia Pelissero, que é mais conhecida como Agnes-Cecile. A primeira imagem é uma foto dela e as outras são de alguns quadros que ela pintou. Ela tem alguns vídeos no YouTube que ela fez enquanto pinta e muitas fotos no seu Facebook, que foi de onde eu tirei essas. Estas são minhas preferidas, mas você pode procurar mais e decidir qual a melhor.
Gosto muito da maneira como ela pinta. Quando você olha esses quadros parece que você vê algo a mais do que um desenho. É algo além do desenho.
Gosto muito da maneira como ela pinta. Quando você olha esses quadros parece que você vê algo a mais do que um desenho. É algo além do desenho.
Eu, Álison
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Leonardo e Freud
Todos os posts que tiverem o nome "Leonardo e Freud" contêm trechos retirados de um livro que Freud escreveu sobre Leonardo da Vinci. Esse é o primeiro, mas adiante haverão mais posts com outros trechos.
Leonardo da Vinci (1452 - 1519) foi admirado, até mesmo
pelos seus contemporâneos, como um dos maiores homens da renascença italiana.
No entanto, já nessa época começara a parecer um enigma, tal como nos parece
hoje em dia. Era um gênio universal “cujos traços se podia apenas esboçar, mas
nunca definir”.
O que impediu que a personalidade de Leonardo fosse
compreendida pelos seus contemporâneos? O motivo, certamente, não terá sido a
versatilidade de seus talentos, nem a extensão do seu saber. Tampouco pertencia
ele à classe dos gênios fisicamente mal dotados pela natureza e que por isso
mesmo desprezam as formas exteriores da vida e, numa atitude de penosa
melancolia, fogem a qualquer contato com seus semelhantes.
Foi por isso, forçosamente, um solitário entre seus
contemporâneos. Para eles, sua atitude em face da sua arte foi sempre incompreensível.
O que ao leigo pode parecer uma obra prima nunca chega a
representar para o criador uma obra de arte completa, mas apenas a
concretização insatisfatória daquilo que tencionava realizar; ele possui uma
tênue visão da perfeição que tenta sempre reproduzir sem nunca conseguir
satisfazer-se.
Parecia tremer o tempo todo quando se punha a pintar e, no
entanto, nunca terminou nenhum trabalho que começou, sentindo um tal respeito
pela grandeza da arte que descobria defeitos em coisas que, aos outros,
pareciam milagres“.
Um de seus contemporâneos, o contista Matteo Bandelli, que
na época era um jovem frade naquele convento, conta que Leonardo costumava
muitas vezes subir nos andaimes pela manhã cedo e lá permanecer até o cair da
tarde sem nem uma vez descansar o pincel e nem se lembrar de comer ou de beber.
Depois, passava dias sem tornar a tocar no trabalho. Muitas vezes passava horas
diante de sua obra, somente analisando-a mentalmente.
Ao contrário, é possível observar uma extraordinária
profundeza e uma riqueza de possibilidades que vêm dificultar qualquer decisão
final, ambições enormes difíceis de satisfazer, e uma inibição na execução
definitiva para a qual não encontramos justificativa, mesmo considerando que o
artista nunca consegue realizar o seu ideal.
Eu, Álison
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Nicolau Copérnico
O nome primitivo de Copérnico era Kopirnig, que significa
humilde. E essa palavra sintetiza tanto a origem como a personalidade do
“anatomista do céu”. Em criança, via o
Sol “rolar através do firmamento”, do esplendor da aurora ao esplendor do entardecer,
e à noite contemplava as inúmeras velinhas estelares que luziam no teto
abobadado do céu.
A dor da morte do pai foi mitigada pelo privilégio, que
agora desfrutava, de explorar os numerosos volumes da biblioteca do bispo –
livros, não só de astronomia, mas de literatura, pintura, escultura, matemática
e música. Assim adquiriu desde o princípio um interesse universal pelas
ciências e artes.
Com efeito, o nome de Copérnico acabara por se tornar
sinônimo de bondade. E de sabedoria. Sempre que se tinha em vista um novo
projeto em benefício da cultura ou das condições de vida, Copérnico era chamado
a apresentar sugestões.
E assim continuou a estudar a majestade dos céus,
convencendo-se cada vez mais da insignificância do homem. E da escassa
importância da terra. Começava a perceber que essa nossa terra não passa de uma
partícula de pó a revolutear eternamente ao redor da chama do sol.
E assim o sistema de Copérnico, longe de amesquinhar, em
última análise engrandece a dignidade do homem. Pois, “libertando” o seu corpo,
liberta-lhe também o espírito. Dá-lhe asas à imaginação e desperta-lhe o
apetite espiritual.
Eu, Álison
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Imaginem o que se passava com ele
"Van Gogh era uma dessas naturezas dotadas de luz superior, a qual permite, em qualquer circunstância, ver além, infinita e perigosamente além do real imediato e aparente dos atos. Quero dizer, além da consciência que a consciência ordinariamente conserva dos atos".
"E algumas vezes não é preciso nada mais para induzir um gênio ao suicídio. Sobrevêm dias em que o coração sente tão terrivelmente a falta de uma saída, que o surpreende, como uma pancada na cabeça, a ideia de que já não poderá mais ir adiante".
"Mas no caso de um suicídio, é necessário um exército de seres maléficos para que o corpo opte pelo ato terrível de dar fim à própria vida".
Vincent van Gogh, pintor pós-impressionista holandês, deixou uma nota de suicídio dizendo: "a tristeza nunca vai embora".
"No Limiar da Eternidade", por van Gogh.
Eu, Álison
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
De dentro da mente
"Em muitos campos do esforço humano - na arte, na pintura, na escultura, na poesia, na música - as angústias e os sofrimentos da alma têm sido transformados em telas belíssimas, palavras imortais em prosa e verso e gloriosas sinfonias de sons."
Eu, Álison
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Ele escreve claramente isso no seu caderno:
"O pior que pode me acontecer é não estar à altura do meu próprio julgamento, é decepcionar a mim mesmo... Quando a obra do pintor está no nível do seu julgamento é um mau sinal para esse julgamento. Quando a obra ultrapassa o julgamento, é pior, como acontece quando alguém se surpreende de ter pintado tão bem. Mas, quando o julgamento ultrapassa a obra, trata-se de um sinal perfeito e, se o autor é jovem e tem muita disposição de espírito, com certeza se tornará um excelente mestre. No entanto, ele produzirá poucas obras, mas de qualidade, e as pessoas vão se deter para considerar com assombro as suas perfeições..."
Eu, Álison
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Extrospecção
Você vê como o olho abarca toda a beleza do mundo?
É a janela da alma.
Informa as artes. É a fundação da ciência. Mede a distância das estrelas.
Descobre os elementos.
É o inventor da arquitetura e da arte divina da pintura.
O Maior dos Canhotos. O Maior de todos.
É a janela da alma.
Informa as artes. É a fundação da ciência. Mede a distância das estrelas.
Descobre os elementos.
É o inventor da arquitetura e da arte divina da pintura.
O Maior dos Canhotos. O Maior de todos.
Eu, Álison
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
A pintura deve...
"Nas coisas confusas o gênio desperta para novas invenções, saber olhar..." Leonardo anota. Para ele, é evidente que a pintura deve suscitar o riso e as lágrimas, o prazer e o pavor, o entusiasmo ou a melancolia.
Eu, Álison
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Não tenha pena
Do humilde pintor...
Ele pode ser
O senhor de todas as coisas,
Independente do que existe no universo
Ele tem primeiro na sua mente, e logo na sua mão.
Pela sua arte podem chamá-lo de neto de Deus.
Ele pode ser
O senhor de todas as coisas,
Independente do que existe no universo
Ele tem primeiro na sua mente, e logo na sua mão.
Pela sua arte podem chamá-lo de neto de Deus.
Eu, Álison
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