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sábado, 15 de março de 2014

Um excêntrico?

- Theo, o que sou eu aos olhos das outras pessoas?


- "O que sou eu aos olhos das outras pessoas? Um nada? Um excêntrico? Uma pessoa desagradável? Alguém que não tem lugar na sociedade e jamais terá. Em resumo, o mais baixo de todos. Muito bem então. Mesmo que isso fosse totalmente verdade, um dia eu gostaria de mostrar, com meu trabalho, o que um nada, o que um ninguém, tem em seu coração. Com um aperto de mão, sempre seu. Vincent".





Eu, Álison

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

segunda-feira, 22 de julho de 2013

No limiar da eternidade

Tanto do ponto de vista material plástico, quanto da perspectiva da própria cultura e de adaptação anímica da pintura, Van Gogh teve a capacidade e a sensibilidade para ver o mundo de uma maneira completamente diversa. Seja pela sua perturbação mental, seja pelas condições que cercavam sua vida. De qualquer maneira, ele enxergava o mundo de uma outra forma.






Eu, Álison

domingo, 7 de abril de 2013

De entender o seu abismo

Continuava a ler a Bíblia e começou a se tornar um excêntrico, um estranho. Com 25 anos era uma pessoa nervosa e abatida. Para ele, a vida é um fardo muito pesado. A sociedade é algo tremendamente inútil e o mais importante é conseguir encontrar-se a si mesmo.
Pessoa triste, apagado e obscuro, van Gogh expressa, por vezes, a beleza que as coisas ignoradas não deixam perceber.





Eu, Álison

domingo, 17 de março de 2013

Tem em seu coração

O que ele queria era abrir os olhos e o coração de todos que vissem seus quadros. Bem, ele conseguiu o que queria.


"O que eu sou aos olhos das outras pessoas? Um nada? Um excêntrico? Uma pessoa desagradável? Alguém que não tem lugar na sociedade e jamais terá. Em resumo, o mais baixo de todos. Tudo bem então, mesmo que isso fosse totalmente verdade, um dia, eu gostaria de mostrar, com meu trabalho, o que um nada, o que um ninguém, tem em seu coração. Com um aperto de mão, sempre seu, Vincent".





Eu, Álison

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Imaginem o que se passava com ele

"Van Gogh era uma dessas naturezas dotadas de luz superior, a qual permite, em qualquer circunstância, ver além, infinita e perigosamente além do real imediato e aparente dos atos. Quero dizer, além da consciência que a consciência ordinariamente conserva dos atos".
"E algumas vezes não é preciso nada mais para induzir um gênio ao suicídio. Sobrevêm dias em que o coração sente tão terrivelmente a falta de uma saída, que o surpreende, como uma pancada na cabeça, a ideia de que já não poderá mais ir adiante".
"Mas no caso de um suicídio, é necessário um exército de seres maléficos para que o corpo opte pelo ato terrível de dar fim à própria vida".
Vincent van Gogh, pintor pós-impressionista holandês, deixou uma nota de suicídio dizendo: "a tristeza nunca vai embora". 


"No Limiar da Eternidade", por van Gogh.



Eu, Álison