terça-feira, 12 de junho de 2012

O que é solidão?

Cada um de nós é só no mundo. É como se o nascimento fosse uma espécie de lançamento da pessoa à sua própria sorte. Podemos nos conformar com isso ou não. Mas nos distinguimos uns dos outros pela maneira como lidamos com a solidão e com o sentimento de liberdade ou de abandono que dela decorre, dependendo do modo como interpretamos a origem de nossa existência.
O homem se torna autêntico quando aceita a solidão como o preço da sua própria liberdade. E se torna inautêntico quando interpreta a solidão como abandono, como uma espécie de desconsideração de Deus ou da vida em relação a ele. Com isso abre mão de sua própria existência, tornando-se um estranho para si mesmo, colocando-se a serviço dos outros e diluindo-se no impessoal. Permanece na vida sendo um coadjuvante em sua própria história.
O ser autêntico é aquele que responde pela sua vida, o ator principal, o arquiteto de sua própria obra-prima, de sua vida.
Ficar sozinho não é vergonhoso. Ao contrário, dá dignidade à pessoa. As boas relações afetivas são ótimas, são como ficar sozinho: ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem. Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando, para estabelecer um diálogo interno e descobrir sua força pessoal. Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo.





Eu, Álison

Autonomia, psicologicamente falando

"Em uma troca espontânea de valores, o indivíduo age (presta um serviço ou faz um favor para o outro) tendo por fim o seu sucesso (ser reconhecido, ser valorizado). Nesse caso, a satisfação do outro é apenas um meio para atingir esse fim. Pelo contrário, a ação moral caracteriza-se pela satisfação indefinida de outrem. Indefinida, porque o esforço do indivíduo para satisfazer o outro não é determinado pelo próprio interesse (sucesso, reconhecimento etc.), mas sim pelas possibilidades de satisfazer o outro, isto é, a satisfação do outro deixa de ser um meio e torna-se um fim. Por outro lado, o indivíduo-alvo dessa ação, aquele que recebe o serviço, o favor etc., não a julga em função de sua satisfação pessoal: o resultado obtido não é valorizado segundo a sua escala de valores, mas segundo a intenção do sujeito que age."


 É o que eu penso, só que escrito da forma correta.




Eu, Álison

O Corpo Fala

Romântico e impressionável, é o grande sentimental. Ama platonicamente.
É a ternura mútua, que dispensa ou antecede, acompanha e permanece após a satisfação dos instintos; é o que há de nobre, carinhoso e belo no amor. É capaz de castidade - rejeitando o insistente boi - ou de afrontar a pressão social de um amor condenado pelos mexericos dos vizinhos - agora protegendo o desprezado boi.

Se insistirmos naquele verbo: ama sim, mas ideias abstratas, ideais, projetos; nunca a doce prisão de um quente e cheiroso abraço.

Mas procurando o amor, o leão pisou num espinho, nas distantes e esquecidas paisagens da sua infância. Este espinho continua encravado.





Eu, Álison

Vermelho

Você é bonita ao seu modo, uma beleza diferente. Parece até desenhada por um artista.





Eu, Álison

Não há um dia

Em que recordações não venham à minha mente e me façam lembrar de um vago momento
De uma clara memória
Ou de uma bela lembrança






Eu, Álison

Seu próprio caminho

Interessante como as pessoas querem as coisas, elas buscam, elas tentam, elas tem em mente o que desejam ser no futuro, e por mais difícil que isso pareça na situação em que estão, elas não desistem. Elas querem trilhar um caminho. Elas querem trilhar seu próprio caminho.


É nesse raro tipo de pessoa que eu ainda acredito e deposito toda a minha fé.






Eu, Álison

Na contra mão

Desculpa sociedade brasileira, mas eu não ouço Mamonas Assassinas, nem Legião Urbana, nem Capital Inicial.
Também não olho o programa do Pânico que dá na televisão.
Não olho nenhuma novela, não olho Casseta e Planeta nem o Zorra Total, e sinceramente, não me acho pior do que ninguém por causa disso.


Tenho mais o que fazer!




Eu, Álison