Mostrando postagens com marcador humor. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador humor. Mostrar todas as postagens

sábado, 31 de agosto de 2013

Olhem o que eu encontrei

“Rimas. Ri mais? Rir, mas de quê? Talvez um quê de queijo, um bê de beijo. Beijo vai, mas bem jovem. Então vem! Nu mesmo, vem nuvem, vem. Mas vem sem. Sem vergonha, sem pudor, sem graça, sem açúcar e sentimento. Se sentir, não vou deixá-lo ir. Sem ir, sem ti, eu não vou a lugar nenhum, nem dois, nem três e nem quartos. Por que mentes? Ah, que mentes não sentiriam saudades doentes… Do ente querido, do ente que queria ter ido, do ente que quase foi. Ufa, e foi por pouco. Já anoiteceu. A noite teceu estrelas, estralos, entranhas e estranhos. A noite teceu trapézios trapezistas, trôpegos, traficantes, trapaceiros e tresloucados. Também temor. Ter amor, amoras, amantes, amarelos… Ah, não. Amá-los ou amar elos? Meio a meio, meio fio, meio feio, meio feito. Essa história meio fora de hora de novo? Sim. De novo, de novo e de manhã, de tarde, de velho, de ontem, de frente, defronte e de ré. Ré é renascer renascentista, iluminista, sulista, turista, budista, autista. Artista? Mundano! Mundo mudo muda mudas. Mudas de gente descrente, descontente, demente, indecente, decadente, ai! Dor de dente, dor de gente. E quem cura? Loucura.”








Eu, Álison

domingo, 26 de maio de 2013

Fui à casa do meu amigo

E chorei. Ele não podia fazer nada por mim, pois também estava chorando. 


Lágrimas caiam do meu rosto. Chorávamos, os dois, de tanto rir!






Eu, Álison

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Em sua presença

Werther manda seu criado à casa da amada Carlota apenas para, diz: "ter junto de mim alguém que tivesse estado em sua presença".

Quantas vezes tenho de ninar o meu sangue revolto até acalmá-lo... Tu sabe que não existe no mundo nada tão instável, tão inquieto quanto o meu coração. Se é que tenho necessidade de dizê-lo a quem tantas vezes carregou o fardo de me ver passar da aflição à digressão, da doce melancolia à paixão furiosa, meu caro!
E mesmo as mudanças de humor, que chegavam à indelicadeza de quando em vez, não eram desenhadas com o selo da genialidade?


Não, nenhuma linguagem seria capaz de exprimir a ternura que animava seus olhos e suas atitudes. Tudo o que eu pudesse dizer seria grosseiro e rudimentar.
Ah, como isso confrange o coração! E, todavia, ser incompreendido, é esse o destino da gente!






Eu, Álison

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Identifique-se 2

Um tempo atrás fiz um post sobre as principais características de cada hemisfério do cérebro (Identifique-se) e agora encontrei uma outra foto sobre o mesmo assunto. Se você for destro, vai usar o lado esquerdo. Se for canhoto, usa o direito.




Lado esquerdo:

“Eu sou hemisfério esquerdo. Eu sou um cientista. Um matemático. Eu amo o que reconheço. Eu classifico. Eu sou exato. Linear. Analítico. Estrategista. Sou prático. Sempre no controle. Um mestre das palavras e linguagem. Realista. Eu calculo equações e brinco com números. Eu sou a ordem. Eu sou lógico. Eu sei exatamente quem eu sou.”


Lado direito:

“Eu sou hemisfério direito. Sou a criatividade. Um espírito livre. Sou paixão. Sou saudade. Sensualidade. Eu sou o som de gargalhadas. Eu sou o gosto. A sensação da areia nos pés descalços. Sou movimento. Cores vivas. Sou o anseio de pintar a tela em branco. Sou a imaginação sem limites. Arte. Poesia. Eu percebo. Eu sinto. Eu sou tudo o que eu queria ser.”





Eu, Álison

sábado, 13 de outubro de 2012

Esse alguém

Precisamos de alguém louco o suficiente para que, em meio à confusão, ache algo engraçado. E precisamos de uma pessoa que, em meio à confusão, encontre esse alguém.





Eu, Álison

quinta-feira, 19 de julho de 2012

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Teste de iniciação

Você precisa ler um livro. Simples?

Mas você terá que ler um livro que não tem nada escrito, você estará vendado, estará em uma sala escura, com o livro virado para frente e estará olhando para cima.
Dê um jeito.


Vocês não tem noção do quanto eu e o Bruno rimos por causa disso. Sem contar os outros testes que a gente criou. Humor não tem preço.
Chorei de rir.
 




Eu, Álison

quinta-feira, 1 de março de 2012

Verdadeiramente presente

E eu acho que você não precisa necessariamente dá um presente pra pessoa. Se você dá um cartão, se você escreve uma coisa bonitinha é muito mais legal do que você dá um presente comprado que foi feito com mão de obra escrava da China e tudo mais.
É muito mais fácil você comprar um presente do que você escrever um cartão, porque afinal de contas, no cartão você precisa demonstrar seus sentimentos pra pessoa e quando você compra um presente, o sentimento já vem demonstrado pelo publicitário que fez a propaganda daquele presente.

PC Siqueira.


Entenderam?





Eu, Álison

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Política errada

Algo que as pessoas costumam reclamar é do Tiririca ter se candidatado e ainda por cima, ter sido eleito. Elas falam que ele não saberia agir como político e que ele não tem cultura nem experiência o suficiente para ser uma pessoa tão importante, já que sua profissão é de humorista e por causa de seu personagem, ele é considerado "burro" pelas pessoas, culturalmente falando.

Só que eu penso que os candidatos não se elegem sozinhos. Eles precisam de votos. Essa é a base do que se chama eleição. Mas se as pessoas chamam o Tiririca de burro, mas foram elas que o elegeram, burros na verdade foram as pessoas que votaram nele. Então se você fica falando por aí que o Tiririca não serve para político, culpe a si mesmo e a sua completa ignorância que a cada dia leva mais para o fundo do poço esse país, que já é um caos total. E eu não culpo o Tiririca, eu culpo os idiotas que votaram nele. Ele procurava uma maneira de melhorar de vida e conseguiu. Ele vai ganhar muito bem, aliás, vai ganhar melhor que você.

E antes que você pergunte, eu não votei em ninguém, já que eu não quero colaborar com essa palhaçada. Nem vou votar. Em todas as eleições eu vou votar em branco, até que alguém me prove que vale a pena eleger alguém que realmente vai fazer alguma coisa além de roubar. 






Eu, Álison

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Depressão pra quem não sabe




Têm várias formas de você combater isso. Você pode fazer terapia, você pode tomar remédio, você pode se matar. Não faça isso, aliás.





Eu, Álison

sábado, 25 de fevereiro de 2012

A importância desses dois

Começo de 2010, ano em que me formei no colégio, eu fiquei meio doente. Eu sempre tive sorte com relação a isso, já que na maioria das vezes somente pegava um resfriado e nada mais grave. Mas dessa vez, foi um pouco pior. Eu tive que faltar a aula e também tive que ir ao médico. Eu estava com dor de garganta, gripado, indisposto, com dor de cabeça, essas coisas. Foi péssimo. Mas o centro da história não é esse.
Eu já disse que eu tenho dois amigos, o Bruno e o Lucas. Pois bem, nesses momentos em que você está doente é que você precisa de apoio dos amigos e isso eu posso dizer que tive de sobra. Em uma quarta-feira, um dos dias em que eu faltei à aula, o Lucas veio na minha casa de tarde para ver como eu estava. Só que era horário de aula, então isso quer dizer quer ele saiu do colégio para ir me ver. Eu duvido. Eu disse que DUVIDO que vocês conheçam alguém que matou aula para visitar um amigo doente. Vocês podem conhecer pessoas que matam aula porque são vagabundos mesmo, ou porque o professor é chato ou por mais mil motivos, mas eu duvido que você saiba de um colega que faltou a aula para visitar alguém. Pois eu conheço. O nome dele é Lucas e é meu amigo.
Algo que diminui muito quando estou doente é meu humor. Eu não rio de nada. Mas quinta-feira, um dia depois do Lucas ter ido me visitar, eu fui ao posto de saúde consultar no médico e enquanto estava esperando, eu encontrei o Bruno. Ele sentou lá comigo e ficamos conversando até eu ser atendido. Depois que eu consultei, nós fomos para minha casa. Lembra do que eu falei sobre perder meu humor? Eu saí do posto, e antes de eu chegar à primeira esquina, eu já estava rindo de uma coisa que o Bruno tinha dito sobre os remédios que eu tinha que tomar.

Não é a toa que na próxima semana eu estava curado.




Eu, Álison

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Apesar de tudo

Leonardo conserva o humor, ostentando uma dignidade mais divertida do que ferida. Põe-se a fabricar coisas que mais tarde serão chamadas de farsas e armadilhas...

"No dorso de um lagarto muito curioso, encontrado por um vinhateiro do Belvedere, Leonardo fixa asas, feitas de escamas tiradas de outros lagartos, que, com o auxílio de mercúrio, vibram ao movimento do animal. Acrescenta-lhe chifres, uma barba e, principalmente, o domestica. Leva o animal no bolso, a fim de mostrá-lo às pessoas para assustá-las e fazê-las fugir..."




Eu, Álison

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Uma ou duas qualidades...

Parece sobressair-se sobre todos os contemporâneos. Graça, beleza, talento, humor, inteligência, gentileza... O encanto segue seus passos, seu físico é elogiado por todos. Mesmo Vasari reconhece que ele é fora do comum. Outros falam de seus traços angélicos, de seus olhos claros, azuis ou verdes, ninguém sabe ao certo, de seus cabelos loiros ou ruivos - optam pelo loiro veneziano. Uma carnação clara, uma pele magnífica. Corpo de efebo esguio. E, o que é notável na época, uma altura gigantesca: mais de um metro e noventa. Quanto à voz, é bela, com certeza, mas terrivelmente alta. Até mesmo superaguda. E ele a utiliza como um instrumento magistralmente trabalhado. Sua gentileza é lendária; seu humor, irradiante.

CHEGA?





Eu, Álison