Eu, Álison
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domingo, 4 de maio de 2014
Depende de você
A vida de uma pessoa se resume, basicamente, assim: ela nasce, cresce, envelhece e morre. Durante esse período ela pode incrementar um pouco. Ela trabalha, estuda, cozinha, viaja. Ela também mata, rouba. Se apaixona, faz arte. Ela lê, escreve, toma banho de chuva, dorme tarde. Chora de rir, fica triste, imagina cenas antes de dormir. Se assusta, se surpreende. Perde o fôlego, pula de alegria, anda de bicicleta. Esfola o joelho, dá presentes, tem borboletas no estômago, comemora aniversário, faz amizades. Se rebela, tem pesadelos, acorda assustado. Se emociona, conhece gênios, fala com idiotas, se confunde. E apesar de nossa vida ser apenas uma sequência aleatória de fatos independentes que decorrem por alguns anos, quando estamos fazendo alguma dessas coisas, o tempo parece mais lento e você até se esquece de que devia apenas nascer e morrer.
sábado, 28 de maio de 2011
Viagem
Ir à casa do Lucas, que é um dos meus pilares, é sempre muito bom, ainda mais quando quem está indo comigo é o meu outro pilar, meu melhor amigo e anjo, o Bruno.
Em si, a ida na casa do Lucas não é o centro desse relato, o que de maneira alguma diminui sua importância, mas o que realmente valeu nessa viagem foi a volta para casa. Ah, esqueci de dizer, nós não fomos de carro, fomos de bicicleta.
Quando estávamos na casa do Lucas, quase na hora de voltar, começou a chover. Esperamos um pouco e voltamos com chuva mesmo. Logo após sairmos da casa do Lucas, encontramos algo que nos chamou atenção: um pé de goiaba!
E nós ali, de bicicleta, chovendo, fizemos o impensável: paramos para pegar as goiabas.
Essa é uma das minhas grandes aventuras e tenho certeza de que não haverá outra igual, principalmente porque teve a participação do Bruno e foi em um lugar impensável.
Depois que pegamos as goiabas, tivemos que sair correndo porque a chuva tinha aumentado. Paramos apenas em um restaurante que havia na beira da estrada, onde esperamos a chuva passar.
Após um tempo, a chuva diminuiu e pudemos enfim ir para casa. Cada um de nós chegou em sua casa molhado por causa da chuva, mas com certeza esse viagem valeu, valeu muito...
Em si, a ida na casa do Lucas não é o centro desse relato, o que de maneira alguma diminui sua importância, mas o que realmente valeu nessa viagem foi a volta para casa. Ah, esqueci de dizer, nós não fomos de carro, fomos de bicicleta.
Quando estávamos na casa do Lucas, quase na hora de voltar, começou a chover. Esperamos um pouco e voltamos com chuva mesmo. Logo após sairmos da casa do Lucas, encontramos algo que nos chamou atenção: um pé de goiaba!
E nós ali, de bicicleta, chovendo, fizemos o impensável: paramos para pegar as goiabas.
Essa é uma das minhas grandes aventuras e tenho certeza de que não haverá outra igual, principalmente porque teve a participação do Bruno e foi em um lugar impensável.
Depois que pegamos as goiabas, tivemos que sair correndo porque a chuva tinha aumentado. Paramos apenas em um restaurante que havia na beira da estrada, onde esperamos a chuva passar.
Após um tempo, a chuva diminuiu e pudemos enfim ir para casa. Cada um de nós chegou em sua casa molhado por causa da chuva, mas com certeza esse viagem valeu, valeu muito...
Eu, Álison
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