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sábado, 28 de janeiro de 2012

Sensação estranha

A pouco tempo fui à praia, e como eu tenho sempre que fazer alguma coisa diferente (como se juntar pedras não fosse o bastante), eu resolvi ir ver o mar de noite (sozinho, porque assim é melhor), coisa que eu nunca tinha feito. Era tudo mais tranquilo, longe do movimento e da confusão que é durante o dia. Havia pessoas caminhando, calmas, sossegadas.
Logo antes de começar a areia tinhas uns bancos e eu resolvi sentar em um deles. Eu fiquei olhando o mar, as ondas. Havia poucas pessoas à beira mar. Nesse momento tive uma sensação que eu nunca tinha tido. Não me pergunte qual é que nem mesmo eu sei, mas foi bem interessante.
De dia, você olha a praia como um todo, mas como à noite não há movimento, você pode ver melhor os detalhes. Eu estava olhando as ondas e senti como se a intenção delas fosse atrair a atenção das pessoas. Durante o dia funciona, mas de noite as pessoas vão embora e abandonam as ondas. Não que eu esteja dando vida às ondas, mas é que parecia desnecessário que houvesse ondas à noite, se não tem ninguém para ver, mas elas continuavam lá, umas após a outra, indo sempre em direção à praia e depois voltando ao seu lugar de origem.
Se esse realmente fosse o motivo da existência das ondas, atrair as pessoas, acho que aliviei um pouco da solidão delas indo lá à noite. Para quem entrou na água para se despedir do mar antes de ir embora, até que essa ideia não é tão maluca.





Eu, Álison

domingo, 15 de janeiro de 2012

De coração

O que quer que você for dar a uma pessoa, dê de coração.
O que quer que você for receber de uma pessoa, receba de coração.

Porque só o coração pode sentir a verdadeira intenção de quem deu e
Só o coração pode sentir a verdadeira gratidão de quem recebeu.

Sei que é de coração...




Eu, Álison