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quarta-feira, 12 de setembro de 2012

O que é, já foi

E o que há de ser, também já foi;

Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu.
Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou;
Tempo de matar, e tempo de curar; tempo de derrubar, e tempo de edificar; 
Tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar; 
Tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar, e tempo de afastar-se de abraçar;
Tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e tempo de lançar fora;
Tempo de rasgar, e tempo de coser; tempo de estar calado, e tempo de falar;
Tempo de amar, e tempo de odiar; tempo de guerra, e tempo de paz.





Eu, Álison

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Aleatório

Há folhas, letras, moedas, um relógio, lápis, canetas, remédio, caderno, elogios, espelho.
Há sonho, estranhos, desenhos, aplausos, livros, arte, pedras.
Há nomes, luvas, lembranças, vícios.
Há vida.






Eu, Álison

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Minhas férias renderam

Tive um período de férias muito agradável. No primeiro fim de semana fui ao aniversário de uma pessoa muito (muito) importante. Por coincidência (ou não), no último fim de semana das férias fui a outro aniversário, também de uma pessoa muito próxima a mim.
Atingi, um dia depois de ir ao primeiro aniversário, um novo nível com relação a minha capacidade de escrever. Considero o que consegui fazer uma evolução pessoal imensa, além da satisfação, da alegria, dos elogios e tudo mais que vieram acompanhados.
Também pude dedicar um pouco do meu tempo ao livro que estou escrevendo. Reli o que já havia escrito e elaborei mais um pouco da história. Acho que está ficando interessante.
Tirei um dia para organizar e contar minhas pedras. Estou com 674, contando as que eu achei, que eu ganhei e as que eu comprei.
Os maus momentos (e houve sim maus momentos, porque minha vida não é um conto de fadas) já foram apagados por boas lembranças. Sem contar o que normalmente acontece de bom no meu dia, acredito que foi um período especialmente agradável. Espero que para as outras pessoas tenha sido tão bom quanto foi para mim.




Eu, Álison

domingo, 6 de maio de 2012

É um novo dia

Sonhe
Envie-me um sinal
Volte o relógio
Me dê algum tempo
Eu preciso ir embora
E começar tudo de novo
Vamos abrir os nossos olhos
Para o novo dia
É um novo dia
 
E a partir do momento que a vi
Eu estava num paraíso infernal
Estou jogando pedras na sua janela
Você está amarrando os lençóis
Dizem que nós estamos sonhando alto demais
 
 
 
 
Eu, Álison
 
 

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Não me importo

O número 7, a cor laranja e as pedras que eu coleciono são muito mais importantes para mim do que muita gente que eu conheço.





Pelo número 7, deixo uma lembrança à Observar e absorver: É isso que ela faz




Eu, Álison

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Sua amizade é um castelo

Ontem, um castelo de areia
Hoje, um castelo de cartas
Amanhã, um castelo de ilusões
Um mais frágil que o outro. Um mais falso que o outro

Mas você nunca se preocupou em construir sua amizade em um castelo de Pedras. Pedras que não acabam, pedras que não desabam...




Eu, Álison

sábado, 28 de janeiro de 2012

Sensação estranha

A pouco tempo fui à praia, e como eu tenho sempre que fazer alguma coisa diferente (como se juntar pedras não fosse o bastante), eu resolvi ir ver o mar de noite (sozinho, porque assim é melhor), coisa que eu nunca tinha feito. Era tudo mais tranquilo, longe do movimento e da confusão que é durante o dia. Havia pessoas caminhando, calmas, sossegadas.
Logo antes de começar a areia tinhas uns bancos e eu resolvi sentar em um deles. Eu fiquei olhando o mar, as ondas. Havia poucas pessoas à beira mar. Nesse momento tive uma sensação que eu nunca tinha tido. Não me pergunte qual é que nem mesmo eu sei, mas foi bem interessante.
De dia, você olha a praia como um todo, mas como à noite não há movimento, você pode ver melhor os detalhes. Eu estava olhando as ondas e senti como se a intenção delas fosse atrair a atenção das pessoas. Durante o dia funciona, mas de noite as pessoas vão embora e abandonam as ondas. Não que eu esteja dando vida às ondas, mas é que parecia desnecessário que houvesse ondas à noite, se não tem ninguém para ver, mas elas continuavam lá, umas após a outra, indo sempre em direção à praia e depois voltando ao seu lugar de origem.
Se esse realmente fosse o motivo da existência das ondas, atrair as pessoas, acho que aliviei um pouco da solidão delas indo lá à noite. Para quem entrou na água para se despedir do mar antes de ir embora, até que essa ideia não é tão maluca.





Eu, Álison