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sábado, 25 de janeiro de 2014

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

No vão dos versos que escrevi

Se eu fosse um pássaro,
Tua janela seria minha preferida.
E eu sorriria com teu canto,
A cada manhã florida.

O silêncio sempre foi minha citação favorita.

Eu menti.
A verdade está aqui,
Por trás das coisas que omiti,
No vão dos versos que escrevi
Em cada vez que eu lhe sorri
Em tudo que foi por ti.

O inexplicável me fascina,
Me alucina e me atiça
A desvendar o indecifrável...






Eu, Álison

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Um sintoma?

Sim, é um sintoma, mas não o sintoma inicial que a pessoa trouxe para a análise, porque aquele eu decifro. É um sintoma indecifrável. É um sintoma que não será transformado em mais nada, a não ser a pessoa descobrir que ela é o seu sintoma.


É a pessoa se dar conta de sua existência como um sintoma indecifrável. É um sintoma porque eu não sei muito bem o que é, mas eu vou ter que lidar com essa coisa que eu não sei o que é.





Eu, Álison

sábado, 11 de agosto de 2012

Pois sabe de uma coisa?

As pessoas diziam que ele era um gênio, que ele sabia muitas coisas, que era uma boa pessoa, mas que ninguém o compreendia. Diziam que ele era sozinho, mas que sempre encontrava um jeito de ajudar os outros. Diziam que ele era gentil e paciente. Sensível e inteligente. Diziam que ele sofria, mas que tinha muita sorte. Diziam que ele observava tudo, mas que era indecifrável. Diziam que ele era educado e cortês, mas que não falava muito. Alguns diziam até que ele era um anjo e que pessoas especiais podiam ver suas asas.
Pois sabe de uma coisa?


Talvez seja mesmo...




Eu, Álison