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domingo, 18 de agosto de 2013

O que voa sem asas

Apresento-lhes meu animal preferido, Acinonyx jubatus, o guepardo, um animal pertencente à família dos felinos (Felidae) e o único representante do gênero Acinonyx. Seu nome em português é uma contração das palavras latinas "gatus pardus", que originou o nome guepardo e significa, por sua vez, "gato leopardo". Sua denominação científica advém de características próprias do animal. Acinonyx quer dizer "com garras imóveis", visto que o guepardo não apresenta garras retráteis como os demais felinos, e jubatus significa "com juba", devido a faixa de pelos em seu dorso, facilmente vista em um filhote da espécie. Chita ou cheetah, outro nome dado ao guepardo, significa "salpicado de manchas", por motivos óbvios.
Sendo um predador e necessitando de uma tática de caça, o guepardo desenvolveu a velocidade, sendo todo o seu corpo especializado nessa função. Tem a cabeça pequena, coluna flexível, grande capacidade respiratória e uma longa cauda usada para dar estabilidade quando precisa realizar curvas em alta velocidade. Além disso, possui características comuns de um predador carnívoro: garras e dentes bem desenvolvidos, olhos posicionados na frente da cabeça e excelente visão.
Porém, o motivo pelo qual o guepardo é amplamente conhecido é devido a sua (incrível) velocidade, que pode chegar facilmente a 100Km/h, sendo que na maioria das vezes que caça essa velocidade é ultrapassada, podendo chegar até 120Km/h! É o animal mais rápido do mundo. Comumente usa-se a expressão de que quando algo corre muito rápido, ele voa. No caso do guepardo isso deixa de ser um dito e torna-se quase uma verdade, já que a maior parte do tempo em que ele está correndo não está com as patas encostadas no chão.

Agora vou hipnotizá-los com esse vídeo. Um guepardo correndo em câmera lenta.







Eu, Álison

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Roupa viva

Você usa roupa, bolsa, sapato ou qualquer coisa feita com pele de algum animal porque acha bonito? Pois então eu vou matar alguém e dizer: Não, fica tranquilo, isso aí foi porque eu achava o cabelo do fulano bonito, aí matei ele para poder fazer uma peruca para mim...




 Os animais nunca dependeram dos seres humanos para viverem, mas os seres humanos dependem (e muito) dos animais.




Eu, Álison

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Sou um cientista, sou o Álison

Eu não sou filósofo só porque eu falo sobre o que acontece na vida das pessoas. Também não sou um artista só porque eu faço alguns desenhos (que eu não coloco no blog porque são muito feios). Não sou Psicólogo só porque gosto de ouvir certas pessoas falarem e leio sobre o cérebro.
Não sou geólogo apenas porque coleciono pedras. Não sou astrônomo só porque olho as estrelas e sei o nome de algumas constelações. Não sou químico só porque sei o que é uma cadeia de carbono.
Não sou físico só porque faço experiências em casa. Não sou geógrafo só porque sei o conceito de ilha. Não sou Teólogo só porque sei quem foi Buda.
Não sou anatomista só porque sei que o osso da perna (fêmur) é o maior do corpo. Não sou psiquiatra só porque sei o que é Esquizofrenia. Não sou médico só porque sei que gripe é pior que resfriado.
Não sou zoólogo só porque sei a diferença entre camelo e dromedário. Não sou cosmólogo porque sei o que é a Teoria do Big Bang. Não sou historiador só porque sei o que foi o Renascimento.
Não sou farmacêutico só porque sei o que é um remédio ansiolítico. Não sou matemático só porque sei o que é fractal. Não sou neurocientista apenas porque sei o que é um neurônio. Também não sou um mago só porque sei o que é Alquimia.

Diferentemente do que muitos pensam, eu não sou um escritor (eu não suporto português e uso a licença poética como desculpa para os meus erros de escrita), apenas admiro as pessoas que escrevem e tento, de alguma forma, ser parecido com elas. Sempre tive dificuldade de me expressar falando, o contato humano não é o meu forte, com exceção de algumas pessoas mais íntimas, então acho que escrever é uma maneira de me expressar sem ter que olhar dentro dos olhos de cada um que lê. Isso pode ser ruim... Ou não, não sei, minha cabeça pensa muitas coisas, mas ainda vou descobrir.

Nem tudo o que eu escrevo eu coloco no blog. Textos em que cito nomes, situações fora do comum ou algo mais estranho eu prefiro não mostrar, pelo menos não agora. As pessoas podem não ter uma visão muito boa do que está escrito, então o anonimato é a melhor opção.
O que mais me surpreende, e falo por experiência própria, são as pessoas, no bom e no mau sentido, e muito do que eu escrevo é exatamente sobre elas. O que me frustra, às vezes, é que o que eu sinto (e aí entra a Filosofia) eu não tenho a capacidade de passar pro papel. Acredito que por um lado, a culpa é minha, por falta de habilidade e capacidade (apesar de, modéstia à parte, já terem dito que eu escrevo muito bem). Mas acredito que as pessoas são complicadas demais (e aqui eu me incluo) e isso dificulta que eu escreva exatamente o que sinto.
Ainda posso melhorar muito, vou melhorar, mas acredito que sempre vai ser difícil escrever sobre as pessoas. Quer fazer um teste? Tente você escrever algo sobre alguém que você conhece ou até sobre você mesmo, você vai ver como é complicado.
Acho que escrever é um passatempo, quase uma terapia.

Bem, vou parar de escrever sobre mim senão daqui a pouco eu falo demais. E eu preciso manter alguns segredos... Secretos. 




Eu, Álison

terça-feira, 20 de setembro de 2011