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sábado, 5 de outubro de 2013

O Dicionário do Diabo - Letra L, M e N

Ladrão = Um ingênuo homem de negócios. Conta-se que Voltaire certa noite hospedou-se com alguns companheiros de viagem um uma estalagem. Como os ouvintes fossem muitos sugestionáveis, após a ceia reuniram-se todos para contar histórias de ladrões. Quando chegou a vez de Voltaire, ele começou: “Era uma vez um Arrecadador Geral de Impostos”. E se calou. Quando os demais o encorajaram a prosseguir, ele disse: “Esta é a história”.
Liberdade (2) = Um dos bens mais preciosos da imaginação.
Longanimidade = Disposição para suportar uma injúria com meiga indulgência enquanto amadurecemos um plano de vingança.
Longevidade = Prolongação anormal do medo da morte.

Magnetismo = Algo que age em função de um magneto.
Magneto = Algo que age em função do magnetismo.
Mão = Instrumento singular usado na extremidade do braço humano e geralmente metido no bolso alheio.
Matrimônio = Cerimônia na qual duas pessoas tornam-se uma, uma torna-se nada e nada se torna suportável.
Médico = Sujeito a quem lançamos nossas súplicas quando enfermos e nossos cachorros quando curados.
Mendigar = Pedir algo com intensidade proporcional à crença de que este algo não será concedido.
Mendigo = Aquele que confiou no auxílio dos amigos.
Meu = Tudo que me pertence ou do que me aproprio.
Mitologia = Conjunto de crenças de povos primitivos relativas as suas origens, história antiga, heróis e deuses, etc., por oposição à história real que eles inventam mais tarde.

Noivos = Pessoas que se prendem com alianças ao invés de algemas.
Novembro = Décimo primeiro dos doze avos do tédio.






Eu, Álison

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Arquimedes

A Geometria era sua paixão dominante. "Embriagado e arrebatado pelas doces seduções desta sereia, que, por assim dizer, estava constantemente deitada a seu lado, ele muitas vezes se esquecia de comer e beber".
Pessoalmente, como a maioria dos antigos sábios gregos, Euclides pouca importância dava ao valor "prático" das suas investigações científicas. Amava o saber pelo próprio saber. Tímido, arredio e modesto, "vivia pacificamente em sua habitação".
[...] e, com os fantásticos malabarismos da sua mente, ultrapassou as proezas dos gigantes de cem braços da mitologia.
"Ah bem", murmurou o velho cientista, enquanto agonizava estendido no chão, "eles me tiraram o corpo, mas eu levo comigo a minha mente."





Eu, Álison

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Eon simplesmente é

Parmênides escreveu que o Ser Absoluto "nem jamais era nem será, pois é agora todo junto, uno, contínuo". Portanto. Eon não pôde ser criado por algo porque isso implica a existência de outro Ser. Do mesmo modo, Eon não pôde ser criado a partir do nada, pois isso implica a existência do Não-Ser. Eon simplesmente é.






Eu, Álison

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Como nenhum outro

- Você se acha tão diferente de milhares de outros.
- Um dia vocês vão agradecer aos deuses por ter tido a oportunidade de conhecer o grande Aquiles.






Eu, Álison

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Como eu gosto dessas historinhas

Existem histórias que foram criadas há muito tempo para explicar fatos do nosso cotidiano e eu gosto muito delas, apesar de saber que são inventadas e que não condizem com a realidade. Um exemplo muito interessante é a explicação do porquê do Chow-Chow ter a língua azulada.

"Um dia, Deus estava pintando o céu e deixou cair algumas gotas de tinta no chão. O Chow-Chow, que O observava, lambeu as gotas e ficou com a língua azulada"

É uma história bem bobinha, mas eu acho muito legal. Em breve posto mais algumas.






Eu, Álison