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sábado, 12 de abril de 2014

Não é verdade?

Isso é o idiota da objetividade e isso é o preponderante na nossa sociedade. Isso, eu acho, que faz o artista sofrer tanto. É muito cruel a natureza humana ser dessa maneira medíocre e objetiva, porque isso é a nossa grande miséria. Se a gente tem guerra, se a gente tem preconceito, se a gente tem injustiça, se a gente tem disparidade, é por causa desse ser. É o espírito de rebanho que o Nietzsche diria. Então, as pessoas tem que entender que a responsabilidade está no ser comum. As pessoas estão assumindo um papel quase troglodita. Sabe por que que a gente fica mais vulnerável a esse trogloditismo? Pelo excesso de informação. Então a gente se acha que está respaldado pela carga de modernidade que a gente tem, internet, telefone celular... A pessoa se acha em relação àquela carapaça tecnológica que ela tem. Agora, o problema é o seguinte: por exemplo, você que ia fazer um dever de casa da escola, e tinha que procurar no "Tesouros da Juventude", na "Biblioteca Barsa". Aí vem um babaca lá, baixa tudo no computador e cola tudo. E acha que é esperto! Depois te manda um e-mail assim, "trouxe" com C. Tem alguma coisa que é pior do que uma pessoa escrever errado? Você acredita, assim, se você receber uma declaração de amor com Ç trocado por SS... Você não vai acreditar que essa pessoa te ama! Não porque ela está mentindo, mas que ela não tem capacidade nem de amar. Não é verdade?







Eu, Álison

sábado, 31 de agosto de 2013

É Nietzsche

"E aqueles que foram vistos dançando foram julgados loucos por aqueles que não podiam ouvir a música."

"É certo que sou uma selva e uma noite escura cheia de árvores, contudo aquele que não temer a minha obscuridade encontrará, sob os meus ciprestes, caminhos de rosas."





Eu, Álison

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Para além da condição humana

É um ser que não tem ansiedade em viver a vida. Ele a vive. Ele passa por coisas ruins e também passa por coisas boas, mas ele não foge da vida. Ele vive a vida.








Eu, Álison

sábado, 11 de maio de 2013

Deus está morto!

"Deus permanece morto! E quem o matou fomos nós! Como haveremos de nos consolar, nós os algozes dos algozes? O que o mundo possuiu, até agora, de mais sagrado e mais poderoso sucumbiu exangue aos golpes das nossas lâminas. Quem nos limpará desse sangue? Qual a água que nos lavará? Que solenidades de desagravo, que jogos sagrados haveremos de inventar? A grandiosidade deste ato não será demasiada para nós? Não teremos de nos tornar nós próprios deuses, para parecermos apenas dignos dele? Nunca existiu ato mais grandioso, e, quem quer que nasça depois de nós, passará a fazer parte, mercê deste ato, de uma história superior a toda a história até hoje!" - Friedrich Nietzsche.






Eu, Álison

sábado, 27 de abril de 2013

Apenas um tijolo no muro

Ninguém pode negar que parte da cultura do século XX é irracional. Completamente irracional e objetal. É uma cultura que valoriza os artefatos, os objetos, as coisas, as promoções, os títulos. Nietzsche, de certa maneira, se encarregou de matar a figura de Deus e, ao matá-lo, os homens trataram de criar uma nova cultura. Esta precisa achar substitutos. Os substitutos achados foram os objetos industrializados. Por isso pensamos praticamente igual ao que pensa o grande grupo. Sentimos igualmente o que sentem as outras pessoas, macro grupos.






Eu, Álison