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sábado, 8 de junho de 2013

domingo, 14 de outubro de 2012

Winehouse

Às vezes, eu tenho a impressão de que todo mundo incentivava aquela mulher a ficar cada vez mais drogada e a finalmente morrer. Daí a única coisa que sobra são as pessoas falando assim: "Ah, coitada, morreu, era tão talentosa". Só que ninguém assume sua parcela de culpa. Ela não devia ter nenhuma autoestima e nenhum autocontrole e todo mundo batia palma para ela ficar drogada e magrela.
Falam tanto dela ter morrido de overdose, mas não pensam no fato de ela ter sido uma pessoa doente que não conseguiu sobreviver ao próprio problema.





Eu, Álison

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Who's gonna make 'em believe?

Who's gonna fight for what's right?
Who's gonna help us survive?
We're in the fight of our lives
And we're not ready to die

Quem vai lutar pelo que é certo? Quem vai nos ajudar a sobreviver? Nós temos que lutar por nossas vidas. Nós não estamos prontos para morrer.


I'm gonna fight for what's right
Today I'm speaking my mind
And if it kills me tonight
I will be ready to die

Eu vou lutar pelo que é certo. Hoje eu estou falando o que penso. E se isso me matar esta noite eu estarei pronto para morrer.




Eu, Álison

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Eu consigo

Já consigo sobreviver ao que está dentro da minha cabeça. Já consigo suportar o peso da minha consciência. Já consigo ser forte. Já consigo pensar no que não podia pensar tempos atrás e apesar de ser confuso, já consigo pensar que é passado. Já consigo lembrar do que me fez cair e relembrar que levantei. Já consigo aceitar o perdão e já consigo seguir em busca do próximo obstáculo a passar.
Já consigo escrever alegre com a alegria de viver. Já consigo me ver mudando em um mundo desigual. Já consigo me ver sorrindo com quem é-me especial.





Eu, Álison

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Então ela se foi



Todos falam dela como se a conhecessem, mas não percebem que ela foi uma pessoa que não conseguiu sobreviver ao próprio problema.





Eu, Álison

sexta-feira, 16 de março de 2012

Árdua sobrevivência

Desafiamos o inverno e chegamos ao limite da vida. Alguns de nós cruzam essa linha invisível, e adormecem... E um manto branco cobre seus corpos, que desaparecem para sempre.

O gelo faz suas vítimas, destruindo para sempre o tesouro dos apressados, desajeitados, desafortunados...

Infelizes daqueles que se desgarram da caravana ou que se perdem, os retardatários e os fracos. Os que ficaram esquecidos sucumbem lentamente.
Aqui, o branco reina, e quem morre... Desaparece...





Eu, Álison